sexta-feira, junho 25, 2010

R.I.P Pete Quaife

Como uma fã do Kinks, eu logicamente fiquei chateada coma morte do baixista original da banda, Pete Quaife..
O cara morreu ontem, aos 66 anos de insuficiência renal, na Dinamarca.

Tempos de glória do Kinks.

quinta-feira, junho 24, 2010

Jim Morrison's Tomb

Mês passado, em Paris, fui ao cemitério de Père Lachaise, onde estão enterradas cerca de 100 celebridades. Entre elas, o compositor clássico Chopin, que em maio completou 100 anos de sua morte, e nosso querido, amado, louco incompreendido, Jim Morrison.
Sua cripta é simples, sem ornamentos ou anjos, colunas nem nada. Em vez disso, o túmulo fica um pouco escondido, e de costas para o caminho que leva até ele. Então, até um pouco difícil de localizar.
Mapa de localização dos túmulos na entrada no cemitério.



Túmulo de Chopin


A frustrante tumba de Jim Morrison. Pequena, escondida e sem acesso. Na foto não dá pra ver, mas haviam grades em volta.


Detalhe pra oferenda a JM. Uma seringa. De pico.


Só a Europa mesmo pode proporcionar esse tipo de coisa aos amantes do rock.
R.I.P. Jim Morrison.

domingo, junho 20, 2010

Letras românticas

Vamo lá. Qualquer que seja a o ritmo, a letra romântica é sempre brega. MUITO brega.
Não interessa. Rolling Stones, Beatles, Green Day, Calcinha Preta, Whatever! Vai ser sempre muito cafona.
Quer testar? Pega a música mais romântica que você conheça e passe pro português. Agora imagine-a sendo tocada por uma banda de pagode. Não é breguíssimo, minha gente?
O rock n roll, meu caros, é uma cafonice atrás da outra.
No entando, fico com a famosa comunidade do Orkut que diz, "Sou cafona, gosto de rock"

sexta-feira, junho 18, 2010

Led Zeppelin - The Ocean

Uma das melhores músicas do Led Zeppelin, pra mim. Do disco III, também um dos melhores.
Ultimamente, é a única coisa que tenho escutado. Com muito prazer.

quarta-feira, junho 02, 2010

Graças a Deus acabou o Fashion Rio.

Sério. Por que eu tenho que necessariamente ser obrigada a ver/ouvir/comentar sobre moda quando essas malditas semaninhas meia-boca estão rolando? Por que as pessoas no Brasil, tem o pavoroso hábito de achar que "porque trabalha com moda então é fodão"? Alguém me explica porque ser "hype" é legal, por favor.
Com o futebol é a mesma coisa incessante. O abismo de diferença está no fato de que ser fanático pelo jogo não é considerado "in" pela classe média e nem faz o fã um fodão que causa inveja nos outros. 

Na boa, eu não gosto de moda simplesmente porque eu tenho a ligeira impressão que é algo totalmente imposto. "Se você não gosta de moda, entãoo você é um bundão!" é a mensagem subliminar. Moda não foi uma coisa criada pra diferenciar as pessoas pelo lado de fora de forma criativa, então? Sim, foi. Mas também é altamente controverso. Pra quê então vai se criar uma linha de produtos, fabricados em larga escala se então, zilhões de pessoas vão usar as mesmas coisas? Ai que entra o x da questão. A moda não foi inventada pra diferenciar, simplesmente é pra enganar. "Ou você compra essa tendência, que é super diferente ou você é um bundão!". Cara, todos eles criam coisas diferentes que depois vira uma única coleção, mas que no final das contas todos vão usar e vai acontecer o quê? Vão ficar todos iguais. Igual uniforme escolar.
Que que tem de diferente nisso?
Eu não sigo moda pois não quero usar a mesma coisa que todo mundo usa. Obviamente eu não vou usar qualquer coisa com qualquer coisa e vou, com certa frequência, comprar roupas e acessórios que vão estar necessariamente na moda, porém isso não vai colocar o meu visual externo igual ao da capa da revista. Pra quê? Pra andar na rua com todas as mulheres iguais a mim, com pouquíssimas diferenças? Eu não, o que ganho com isso? Só se for falta de singularidade.
O problema não é as pessoas andarem iguais a todas na rua e você nem saber diferenciá-las. Não ligo pra elas, eu ligo pra mim. O fato é, que moda é uma coisa imposta e se você não segue, você que é o excluído, o errado, o cafona, o "out", o que não se cuida....
Outra coisa insuportável são as semanas de moda. Vem cá, eu pedi pra abrir a página do jornal na web e estar lá, como notícia principal o fato da modelo que mais desfilou na semana, ter tomado um tombo no último desfile? Não, né! Isso não é importante! Isso não vai fazer eu ganhar mais dinheiro nem vai lavar minhas calcinhas! Pra quê porra eu vou querer saber disso? Pra nada!!!
Parece que as fashion weeks aí da vida são programas obrigatórios para todas as pessoas do mundo. Na televisão o tempo todo, na rua, no rádio, nas revistas...Pelo amor de Deus! 80%  da população brasileira mal tem dinheiro pra comprar uma calça jeans de segunda mão!! A moda não é uma coisa barata e isso vira um fato quase que de segurança nacional, porra!
Eu odeio coisas fúteis e impostas. Como eu odeio o Lula e suas taxas abusivas. Mas eu me preocupo mais com o meu bolso do que com uma bolsa que sequer vai salvar minha vida um dia, se precisar.

Pra onde no mundo eu preciso me mudar pra não se obrigada a ver/ouvir/comentar sobre ter que me vestir de tal jeito?

segunda-feira, maio 10, 2010

No meio do caminho tinha um vulcão.

Hoje, dia 10, estou começando minha viagem pelo leste europeu. Pra começar, Hungria, Budapeste.
Sairia as 8:05 da manhã de Paria, pelo aeroporto de Orly. Porém, o mesmo vulcão de nome impronunciável na Islândia, que causou zilhões de atrasos há 2 semanas, dessa vez resolveu se meter comigo. Nesse exato instante em que escrevo meu maldito avião de companhia low-cost deveria estar levantando vôo. No entano, cá estou eu, plantada no salão de embarque, usando internet (paga) do aeroporto e inventando o que fazer na rede pra não morrer de tédio. O vulcão dormecido expeliu cinzas demais, e por causa desse excesso lá no meio do Oceano Atlântico a km e km do continente, os aviões não podem subir. Saco. Pelo menos a EasyJet dá valor ao cliente e deu a cada passageiro de vôo atrasado, um vale-refeição de 4,50 euros. Dinheirama, ôôô. Fora a zuação, é justo. Um croissant e um café custa 2,50 num aeroporto. Até convertendo pro nosso pobre Real, ainda é mais barato que num restaurante do Galeão, fato.

Mesmo com todo esse caos aéreo, eu não me emputeço. O clima de aeroporto, mala, arurmação, bagunça, gente de todas as caras, países e línguas, desespero e correria, me deixa feliz.
Hoje por exemplo, saí de casa (da minha irmã) as 6 am, 4 andares de escada de 100 anos de idade, inclinadas pra baixa de tão gastas, segurando uma mala imensa de 18kg (porque só pode até 20), e 8 minutos pra descer tudo aquilo e ainda quase perdi o táxi. Abri a porta da rua e ele tava dando a partida no carro. Sorte. Dói o braço, pesa, mas vale a pena. Sair do conforto do lar pra passar perrengue, dor e ficar com a conta no negativo em outro país é a coisa que mais vale a pena nesse mundo.

O legal de chegar num aeroporto em outro país é ver as pessoas. Aviões saindo pra Tanger no Marrocos e aquels homens ventindo túnicas típicas. Outro indo pra Alger em algum país da África que, sinceramente, sem ver num mapa não sei qual país que é. E as mulheres negras muçulmanas, de lenços com estampas africanas.  Tem as muçulmanas brancas, modernas, lindas. Cheias de maquiagem, Iphones, jóias, bolsas caras, malas chiquerésimas. Elas podem tudo!
É uma profusão de línguas. Ao fazer o check-in, dei o passaporte pro funcionário da cia e ele logo disse em tom de voz empolgado "- De Brésil! Adorroo seu país!". Não tem como não dar um sorrisinho e ficar feliz, né?

Na boa? Esqueçam essa coisa de Estados Unidos. Não tiro suas razões em relação a Nova York ou Los Angeles. Também tenho minhas vontades em relação à América, como conhecer Louisianna e São Francisco. Orlando também é o máximo e Miami obviamente que vale uma visita. Mas quem gosta de história e novidades geniais, o lugar é a Europa.

Dá licença que vou usar meu vale de 4,50 pra tomar um café que ainda tenho muito chá de cadeira pra frente.

Bom dia pro Brasil que ainda é madrugada. :*

sábado, maio 08, 2010

Em Paris!

Cheguei na cidade mais visitada do mundo e isso aqui, vendo pelos olhos de morador, é OUTRA coisa.
Já que minha irmã está morando por aqui, eu estou vendo Paris de outro ângulo. Nada de excursões, nada de gente dizendo aonde ir e o que fazer.
Hoje por exemplo, fui com ela comprar botões em Montmartre, no Cafè des 2 Moulins, aquele mesmo do filme da Amélie, e fiz muitas compras pelo bairro de Saint-German.
Impressionante como andar faz você conhecer tudo que não está nos guias. Muito melhor.









quinta-feira, abril 29, 2010

Maldito vício.

De dois meses pra cá, de repente tem até mais tempo e eu não percebi, estou com um vício doentio.
Fico triste se não o tenho todos os dias, várias vezes por dia. Sinto abstinência; fico triste, irritada, deprimida, impaciente. Sonho com essa coisa maligna todas as noites e preciso tê-la a disposição quando bate a falta. Senão, suo frio, tremo, não durmo, não relaxo.
Minha droga me faz muito bem, mas principalmente me faz muito mal.

Ela engorda e tem um nome provocativo: chocolate.

quinta-feira, abril 15, 2010

Carta ao meu amor.

Te conheci numa época em que os maiores males vieram pro meu enorme bem. Foi uma fase vivida muito rápida e intensamente (felizmente, com você meu "intenso" se tornou massivo).
Numa noite de caras e bocas, poses e fachadas, sons que não eram bem-vindos aos nossos ouvidos, estávamos lá, eu e você, trocando palavras com gosto de harmônicos.
Era o par perfeito. Uma dupla dinâmica nunca tão bem selecionada por algo ou alguém divino, e que funcionasse tão bem, logo à partir do primeiro dia juntos.
Alguma coisa ali fez sair faísca. 
Então, naquela manhã ensolarada e gelada, parecíamos vindo diretamente dos anos 50 pro interior das Minas Gerais. Parecia que eu já o conhecia havia muitos anos, enquanto na verdade, havia somente algumas poucas horas que estava do seu lado.
Aquele dia, encostados naquela pilastra de azulejos vermelhos com os olhos da cidade e um sol nascente nos espiando, eu percebi que ali a paixão nascia. Desabafei bem baixinho "isso não vai dar certo" e você fingiu que não ouviu. Que a partir daquele momento, meu corpo por um lado festejava de alegria, enquanto o outro já se inflava de preocupação pela distância que estava prestes a nós massacrar.
Você foi embora lamentando ter que estar acordado, de pé e disposto dali há algumas horas e eu com o coração disparado e a adrenalina sem me deixar adormecer.

Algo me dizia que naquele segundo que ouvi sinos e vi estrelas, o mesmo te acertou em cheio.

Eu e ele. Casal sempre besta apaixonado.

terça-feira, abril 06, 2010

Rio de Janeiro se transformou em São Paulo

Já faz mais de 24horas que o Rio sente o gostinho de ser São Paulo em dia de chuva.
Hoje não botei os pés pra fora de casa, e quando estava prestes a fazer isso, o gerente da loja ligou pra minha casa desesperado porque nenhum funcionário havia chegado ainda. Já era pra loja estar a pleno vapor a pelo menos 30min. (Me pergunto como ele conseguiu chegar na hora no Centro do RJ, já que mora em Nova Iguaçu, na Baixada). Fiquei meio boiando na conversa, sem entender o porquê do nervosismo. Até que eu liguei a televisão e lá estava, notícia no Bom Dia Brasil: "(Clichê) Rio amanhece debaixo d'água" e mostra uma imagem exatamente do lugar pelo qual eu iria passar no momento que estava saindo de casa, a Rua Jardim Botânico. Lá mesmo, na frente do parque/jardim.
O local onde eu costumo passar 3x por semana estava completamente alagado. O repórter da Globo era um que normalmente faz matérias esportivas, mas como esse local é muito perto da emissora, colocaram esse mesmo para mostrar o caos (provavelmente ele estava lá preparando algo sobre Copa, sei lá). A água era tanta que ultrapassava a mureta do parque pra rua e só dava pra ver as grades.
Minha mãe foi trabalhar. Ela conseguiu porque o escritório dela (autônomo) é aqui perto de casa, e o bairro de Ipanema durante o dia estava "caminhável". Mas chovendo durante todo o dia.
Segundo ela, NENHUMA loja estava aberta, nem mercados, galerias, nada! Não havia uma alma viva na rua e o trânsito nunca esteve tão maravilhoso quanto hoje (após o caos, claro).

O prefeito deu seu parecer de que hoje seria decretado ponto facultativo. Claro, não tinha como ninguém ir nem voltar de lugar nenhum. Esse cara dá pra levar a sério.

Ontem a noite voltei com meu pai da loja pelo bairro de Santa Teresa e pelo Cosme Velho. Poucos são os que conhecem esse caminho, então estava vazio e foi nossa sorte.
Por outro lado, tem uma parte do Cosme Velho que é uma estradinha pelo meio da Floresta da Tijuca, e qual não foi minha surpresa quando comentei com meu pai quando uns 10 anos antes, uma chuva como aquela havia caído na cidade (não tão demorada, claro) e uma árvore havia caído naquele lugar e tivemos que voltar para fazer outro caminho até minha escola (meu colégio era ali perto). E de repente, 3 minutos depois, havia REALMENTE uma árvore caída no meio da pista. Pelo menos, dessa vez, tinha espaço para passar um
carro por vez. Poucos metros a frente, uma pequena barreira havia desmoronado.
Na real? Eu tava me cagando de medo de andar por ali.

A chuva era tanta, mas tanta, que se via sacolas de lixo boiando, RATOS BOIANDO (um dos maiores nojos da minha vida), carros boiando...enfim, TUDO boiando.

E as cenas de helicóptero da Globo sobrevoando a Lagoa Rodrigo de Freitas?
Me senti uma moradora nata de São Paulo passando pelos entornos do Rio Tietê. Aquilo tudo muito transbordado; carros com água na altura das janelas; não se via definição de calçada, ciclovia nem pista. Era tudo uma água só!

Enfim...

Um post no twitter me fez pensar. Seria muito bom se na próxima vez que as pessoas fossem jogar lixo na rua, lembrassem do maldito dia inútil de hoje. As que morreram debaixo de lama, terra e pedras provavelmente foram também aquelas que um dia entupiram bueiros com uma mera garrafa PET. Ou aqueles que tiveram que abandonar seus carros com lama nos bancos de couro, foram exatamente as pessoas que jogaram sacolas plásticas no chão.

É isso aí. Espero que esse dia tenha servido de lição pra muito carioca mal-educado.
Aliás, carioca pra mim é sinônimo de gente sem educação. Sou nascida no Rio de Janeiro e vejo isso.
Pra essa galera, o prefeito foi perfeito e deu um dia de descanso pra população.

sábado, março 27, 2010

My Sweet Lord

Acho que quando minha mãe estava grávida de mim, ela deve ter ficado horas e horas sem perceber ouvindo "My Sweet Lord", música do melhor beatle pra mim, Sir George Harrison.
Durante meus míseros 23 anos de existência, essa música tocou e tocou e tocou centenas de vezes ao longo da minha vida e de um meses pra cá, percebi que ela me tranquiliza. Que sempre me tranquilizou, eu que sempre estava com a cabeça ocupada demais pra notar.
Engraçado.
Hoje, fui tomar banho e levei meu rádio pro banheiro sem saber o que ouvir.
Escolhi Sir George ao acaso e seu disco póstumo, Let it Roll - diga-se de passagem, uma capa linda - e como meu Ipod fica no modo shuffle, nem me preocupei em escolher a primeira música a tocar.
Na mosca.
Eu já estava debaixo do chuveiro, e ouvi aqueles riffs introdutórios, a muitos anos familiar. E uma lágrima rolou. Algumas, na verdade.
Não choro de tristeza, mas só uma descarga de nostalgia, vamos dizer assim.
Sei lá, é uma sensação agradável. Como se uma calmaria estivesse próxima.
Ou simplesmente uma música que ouvi durante tantos anos que meu cérebro associa necessariamente com tranquilidade.

Sempre me perguntei qual a minha música preferida. Acho que é essa.




Além de ter sido um músico brilhante, era lindo.

sexta-feira, março 26, 2010

Trabalho

Tenho trabalhado muito.
Muito.
MUITO.
Cerca de 9, 10, 11 horas por dia.

Meu tio que trabalha com a gente aqui, já um senhor de 77 anos de licença-médica, teve um piripaque e deixou tudo como estava e eu estou o fazendo o meu trabalho e o dele. 
Isso tudo sem todo um preparo psicológico e físico e sem uma data pra ele voltar. Ou seja, passo todas essas horas sentada, contando dinheiro ou mexendo no computador, ou fazendo contas, ou fazendo ligações, ou cobrando clientes caloteiros, ou preparando contra-cheques ou fazendo praticamente tudo que uma administradora de empresas faz.
Estou com as costas moídas, não tenho dormido direito, não descanso, não relaxo, quase não como, quase não vejo a luz do dia e estou com um invejoso bronzeado escritório...

De forma alguma estou reclamando. 
Só estou desabafando porque meu corpo já está reagindo de uma forma muito esquisita. E estou assim há apenas 4 dias!

Confesso que rolau sim uma invejinha da galera que vai sair dos seus respectivos empregos e vai tomar uma cerveja, vai ver os amigos, ou vai simplesmente pra casa ver tv ou ler um livro.
Eu vou pra casa, mas não aguento nem ver tv, nem ler livro e nem fazer nada. Só quero minha cama tamanho o cansaço.

Dá licença que ainda tenho trabalho pra fazer.
Hasta luego.

quinta-feira, março 25, 2010

Religião pra que?

Segue abaixo o motivo da minha revolta.

Vaticano encobriu pedófilo que abusou de 200 menores surdos, diz jornal.

Não precisa nem de comentário, né?
Cada dia que passa, o mínimo de fé que me foi passado durante e depois do meu batizado, se dissolve mais.
Obrigada, imprensa.


Depois o Papa não sabe porque perde fiéis pros bispos Macedos da vida.

Esse é o tipo de notícia que me revolta de um jeito que nem eu consigo definir.

quinta-feira, março 18, 2010

Fogo no SAARA

Logo que eu comecei a escrever aqui, um incêndio atingiu uma loja de plásticos aqui perto.
Hoje, 1 anos e 3 meses depois, outro incêndio aqui no Centro perturba meus amigos na loja de flor aritifical deles. Há 1 quarteirão do lado deles, um sobrado (antigo, claro, e elétrica completamente fodida) já lambeu e já desabou, fazendo subir fuligem, espalhando fedor e deixando tudo sujo por aqueles lados da Av. Passos.
É o SAARA sempre com novidades

domingo, fevereiro 07, 2010



via Kibeloco

Pesadelo pra um fã de vinil.

Acabei de perder 3 vinis fantásticos só porque estavam no teto do carro.
Back in Black da Amy Winehouse
Rubber Soul dos Beatles
Honky Chatêu do Elton John.
Saí com o carro e eles cairam na rua. Quando cheguei em casa sai correndo na rua (idéia do namorado. amo) atrás dos discos, fazendo o mesmo caminho a pé, que eu tinha feito de carro.
Eis que eu vejo uma galera vindo na minha direção com o LP da Amy nas mãos e eu fico louca, roxa, azul, gelada e quente ao mesmo tempo querendo falar e nada saia:
 -Velho, vocês acharam esse disco na rua?
- Achamos, mas...
- Velho, é meu, cara! Tinham mais dois juntos!
- Quais? - com cara de "tá me enrolando essa garota"
E eu que fiquei roxa e na hora do nervosismo não lembrava os discos.
- Uhm...Ahh. Era o...ai, o soul. O Rubber Soul dos Beatles e um do Elton John
- Só tinha esse lá, não tinha nenhum dos Beatles não.

Adendo: Ele só fez menção ao dos Beatles. Da titia John nada.
Só dizendo que o outro do era do Elton John que eu acho que o cara acreditou que eram realmente meus. Quem, com 13-25 anos, reles mortal carnavalesco do Rio de Janeiro, em pleno bloco, vai duvidar de uma mulher esquisita andando louca na rua atrás de um vinil do Elton John?

Até que o outro falou:
- Cara, dá pra ela. Ó a cara de nervosa dela. Dá pra ela.
- Brigada gente, valeu mesmo!

Quase dei um beijo dos muleques.

Infelizmente, os outros dois eu continuei caçando. Mas nada.
O chato é que eram do namorado...
Só que se não fosse ele mandando eu descer atrás dos discos, nem o meu eu teria encontrado.
Mais um motivo que eu amo ele tanto.
:)


Aí tá.
Voei pra casa querendo ouvir o dito cujo.
Ele tava tão novinho. Com capinha nova, capa interna direitinha, a capa do disco lisinha...
MAS, eu to ouvindo ele agora, e pelo visto o atropelamento do disco foi a melhor coisa que o aconteceu.
O disco tá com som de música antiga, cheio de chiado, do jeitinho que eu amo. Tá empenado é verdade, mas uma maravilha de som.
E a capa com marca de asfalto.

História pra contar.

sexta-feira, janeiro 29, 2010

Pagode Japonês é sucesso no Brasil.

Lembram do vídeo de pagode japonês que eu postei aqui semana passada?
Esse aqui.
Então, o G1 fez uma matéria com a banda. Pra ler, clique aqui.
Dou moral pros olhos puxados.

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Mais uma do rei dos escândalos junkies, Pete Doherty.


Roqueiro Pete Doherty é multado por carregar heroína em tribunal inglês


O cara simplesmente NÃO aprende.

Aí me vem o advogado e diz que ele "não sabia que a droga estava no bolso do casaco" e que "Pete tem muitos ternos e pode ter escolhido justamente a peça na qual havia droga guardada no bolso."

Não sei se vocês conhecem aquela velha máxima para adolescentes: Tudo conversa pra boi dormir.

E viva o fanfarrão.

Ladies of the 80s - Barbie

Sempre amei Barbie. Tinha muitas quando era novinha.
Eram as bonecas tipo Frankenstein que toda menina de 3 a 8 anos tem.
Braço de uma com a perna de outra, sem cabeça, cabelo tosado e pintado com azul de metileno, cabelo moicano (a gente sempre tinha uma pontinha de esperança que o cabelo da boneca iria crescer) maquiagem feita de lápis de cor, roupinha feita à máquina pela vovô, uma be-le-za!
Mas aí, a garotinha cresce e a loucura por Barbie não passa.
Também pudera, o site da marca tem as edições de colecionador com precinhos mixurucas (em doletas, obviamente). O lado bom, se é que posso chamar de bom, é que não entrega no Brasil.
Senão eu tava devendo até minha mãe pro cartão de crédito.

Mas, eis que surge a coleção mais "menina-que-gosta-de-rock-mas-que-não-largou-a-infância".
Pois bem. A Mattel, a marca mais feminina da história dos brinquedos, lançou a coleçao Ladies of the 80s, só com as divas da música da época.
Vou comprar todas. Já pedi pra minha mãe uma ajuda de custo, há!
Deliciem-se.





  Joan Jett





Debbie Harry





Cyndi Lauper



Cher