sexta-feira, julho 31, 2009

Filme: Os homens que não amavam as mulheres

O trailer abaixo é de um filme sueco, que saiu do livro, também sueco de 2002, que leva o nome do post.
Na verdade é uma trilogia chamada Millenium, mas por enquanto apenas os dois primeiros volumes sairam no Brasil. O autor, Stieg Larsson, um jornalista econômico da Escandinávia, morreu em 2007 de ataque cardíado antes de ver sua obra virar um fenômeno de vendas.
Estou terminando esse primeiro, e, posso afirmar com toda convicção do mundo que é um dos melhores livros que já li em toda a vida.



A história é a seguinte:
Mikael Blomqvist é um jornalista investigativo econômico que é sentenciado a 3 meses de prisão.
Lisbeth Salander uma hacker que trabalha na maior empresa de segurança do país e é mantida sob tutela do governo.
Nesse meio tempo, antes de cumprir a pena, Mikael é contratado por um idoso, porém gigante ex-industrial da Suécia para investigar o desaparecimento de sua sobrinha Harriet Vanger há quase 40 anos.
Enquanto isso, Lisbeth tenta se desvencilhar de seu novo tutor, um sádico louco.
Mikael aceita a proposta sem muita esperança pois, por todos esses anos, Henrik Vanger investigou com a polícia e depois sozinho o sumiço da jovem em vão e como estava com a carreira em decadência, seria uma boa forma de manter sua mente sã e seu bolso cheio.
É nesse ponto que a história se desenrola e, logicamente, Mikael desvenda muitas coisas ao longo desse ano que passa longe de Estocolmo e a certa altura da investigação ele chama Lisbeth Salander para ser sua assistente e ajudá-lo na procura.

Um livro imperdível.
Esse negócio de Crepúsculo, Lua Nova e Amanhecer é para romanticos. Eu gosto é de sangue!



O filme por enquanto só saiu nos cinemas da Europa Escandinávia e não tem previsão de chegada ao Brasil. Não tem na net em torrent e nem legenda em inglês ainda tem. Aí fica dificil, né.
Muito ansiosa pra ver.

segunda-feira, julho 27, 2009

domingo, julho 19, 2009

T. Rex - 20th Century Boy

Versão ao vivo do clássico do Glam Rock. Infelizmente, o som deixa muito a desejar.

Parecidos, mas com décadas entre eles.

A revista Rolling Stone americana fez uma seleção muito bacana de fotos de artistas em comparação com imagens de outros rockstars em poses muito parecidas e o resultado é bem interessante.
Abaixo, alguns dos que eu mais gostei. Destaque pra foto do Iggy Pop e do Antony Kiedis.

John Bonham do Led Zeppelin e Dave Grohl


Carlos Santana e Kirk Hammett do Metallica


Mick Jagger e Howlin' Pelle Almqvist do The Hives


Little Richard e Prince


Caleb Followill do Kings of Leon e David Gilmour do Pink Floyd


Cedric Bixler-Zavala do Mars Volta e Marc Bolan do T.Rex


Iggy Pop e Antony Kiedis do Red Hot Chilli Peppers


Josh Homme do Queens of the Stone Age e Elvis


O link original com todas as imagens está aqui.

*****

Segundo o Whiplash, já estão a venda, ingressos para o show do Hardcore Superstar dia 21 de novembro no Manifesto Bar, em São Paulo, em comemoração de 15 anos da casa.
Pista R$80 e camarote R$160. Valores de inteira.

sábado, julho 18, 2009

Essa vida de trabalhador brasileiro tá me cansando demais.
Esse negócio de cobrir férias dos outros é igual a correr maratona sem ter preparo físico.
Esse negócio de trabalhar num sábado de sol é sacanagem comigo.

segunda-feira, julho 13, 2009

Feliz dia Mundial do Rock!

Depois de ouvir uma sequência New York Dolls > Motörhead > Ramones no rádio, eu ainda acredito na salvação da humanidade pelo rock.


sexta-feira, julho 03, 2009

Pérola da Música Brasileira

É muito mania de brasileiro mesmo. Mania de pobreza.
Me lembrou os meus funcionários:

Zeca Baleiro - Vai de Madureira
Se não tem água Perrier eu não vou me aperrear
Se tiver o que comer não precisa caviar
Se faltar molho rose no dendê vou me acabar
Se não tem Moet Chandon, cachaça vai apanhar

Esquece Ilhas Caiman deposita em Paquetá
Se não posso um Cordon Bleu, cabidela e vatapá
Quem não tem Las Vegas, vai no bingo de Irajá
Quem não tem Beverly Hills, mora no BNH

Quem não pode, quem não pode
Nova York vai de Madureira

Se não tem Empório Armani
Não importa vou na Creuza costureira do oitavo andar
Se não rola aquele almoço no Fasano
Vou na vila, vou comer a feijoada da Zilá

Só ponho Reebok no meu samba
Quando a sola do meu Bamba chegar ao fim


Descubro essas coisas trabalhando no SAARA. Onde mais?

terça-feira, junho 30, 2009

domingo, junho 28, 2009

Top 10 da vez.

1 - Joe Perry - Shakin' My cage
2 - Aibourne - Runnin' Wild
3 - AC/DC - Rock n' Roll Train
4 - Black Rebel Motorcycle Club - Whatever Happened to my Rock n' Roll?
5 - Iggy Pop - Lust For Life
6 - Faces - You're so Rude
7 - Led Zeppelin - Immigrant Song
8 - Joan Jett and the Blackhearts - I Hate myself for Loving you
9 - Fall Out Boy & John Mayer - Beat It
10- Black Strobe - I'm a Man


Essa semana eu tô com esse humor aí de cima.

terça-feira, junho 23, 2009

segunda-feira, junho 22, 2009

JF


Cultural Bar em Juiz de Fora. Me senti esposa de rockstar. De qualquer forma, tô quase lá.

sexta-feira, junho 19, 2009

Project Natal

Então vamos lá.
Brasileiro é brasileiro em qualquer lugar do mundo e não desiste nunca.
O video game novo da junção da Microsoft com o XBox é uma criação de um brasileiro e o nome "Natal" é sobre a cidade de Natal no Rio Grande do Norte, a paixão do cara.
Enfim, o que interessa nisso tudo não o nome do console, não é o cara, não é a nacionalidade dele e sim, o novo Xbox que vai sair.
Cho-can-te.
Não achei que fosse viver o suficiente pra ver um video-game desse tipo sair.
Quero um. Quero a-go-ra!

quinta-feira, junho 18, 2009

quarta-feira, junho 17, 2009

Fui dar um corte no meu cabelo. Peguei uma foto na internet do corte que me agradou pra mulher lá pode visualizar exatamente o que eu queria e não errar.
A porra da mulher fez exatamente o oposto.
Tô com o cabelo todo cagado.

Brigada, Deus! Uhul!

História mal contada.

Com 56 estrelas no rosto, garota denuncia tatuador
Sinceramente, alguém está mentido nessa história.
Não existe a possibilidade de alguém dormir numa sessão de tatuagem, principalmente no rosto, sem ter tomado alguma coisa. Você até pode sentir lombeira, mas dormir profundamente a ponto de não sentir uma agulha te arranhando, não rola em hipótese alguma.
Quem tem tatuagem, sabe muito bem que pra chegar no ponto de dormir, tem que ter ingerido alguma coisa muito forte, mas muito forte mesmo pra não sentir dor e cair no sono.
Eu não acredito que ela tenha dormido assim, do nada.
Tem coelho nesse mato.
O mais provável, na minha opinião, foi a garota ter inventado tudo.
Mas o tatuador também não é santo não.
O cara tem o rosto coberto por uma tattoo Maori e os dois furos das narinas alargados. Ou seja, pra ele, tatuar o rosto é absolutamente normal.


O melhor foi a declarão pós-matéria do jornalista da Band no jornal de ontem:
"É nisso que dá se meter com gente esquisita!"


Mas eu até que gostei. Ficou bonitinho.
Desencana, filha!

terça-feira, junho 16, 2009

Ao final, espera-se, o casório. Parte I

Não é de hoje que a frase "há males que vem pra bem" se encaixa como uma luva na vida das pessoas.
No meu caso não foi diferente.
Pessoas sem escrúpulos passaram por mim sem ter um pingo de gratidão pelo que foi feito a elas. Porém, graças a esses indivíduos, pude empurrar pro lado de fora de mim, o meu lado abafado durante toda a minha enorme existência de 22 anos.
Se não fossem eles, minha vida não teria dado a reviravolta extremamente positiva que deu. E sou feliz e agradecida por isto. Se Deus existe, ou se foi o Diabo que colocou o filho dele pra me azucrinar por alguns meses, eu brindo a esses fato, já que devido a eles encontrei meu melhor amigo e meu futuro marido num ser só.
O invisível tridente do demônio me levou a Juiz de Fora. Uma cidadezinha adorável, no interior das Minas Gerais. Famosa pela maior população gay do país (proporcionalmente), esse Rio de Janeiro do Brejo me fez um favor descomunal nessa vida de erros consecutivos.
Foi lá, nessa cidade, que fui apresentada à pessoa que mais tarde viria a fazer enorme parte da minha vida.
O nome dele no início era Frango, depois ganhou uma versão mais normal: Victor.
Nos conhecemos numa festa de música eletrônica, de amigos em comuns, há pouquíssimo a mais que 1 ano.
Ele vestia uma jaqueta de couro sintética, com um button do New York Dolls em forma de estrela de xerife, por baixo um casaco de moletom preto de ziper, uma calça jeans muito, mas muito justa ("Deus é justo, mas a sua calça...!") e um tênis preto extremamente surrado que depois fui saber, era praticamente de estimação. Era deliciosamente magro, com um nariz avantajado, revelando sua ascendência italiana, e cabelos no ombro, de mullets e todo bagunçado. Numa mão, um cigarro queimado pela metade e na outra, uma lata de Antarctica, que pela forma como ele a segurava, se encontrava no final.
Aquela cara de rockeiro da cidade grande, me chamou a atenção. Ali eu tive certeza, sem nem ter trocado um "a", que ele tocava em banda. Não pude precisar qual instrumento, mas pelo porte, tinha uma, senão mais.
Na mosca. Meu futuro namorado me revelara que tocava bateria e que não, não era de São Paulo, como inicialmente eu havia imaginado e sim dali mesmo. JFRockCity. E bota Rock nisso.
Aquele menino, de porte médio, me emudeceu na hora. Ali se mantinha, na minha frente, o meu sonho de consumo materializado.
Não tardou para que 2 meses após, eu soubesse que ele sentira o mesmo por mim naquele dia e nós dois, finalmente, começamos a namorar.