sexta-feira, dezembro 18, 2009
Numa sexta-feira, 4 da tarde...
Estava eu, passando pelo Campo de Santana, ou Praça da República, - que diga-se de passagem, é um belo parque esquecido pela prefeitura carioca - e no meio do caminho eu dou de cara com o que? Não foi um gato, nem um ganso e nem um roedor! Foi um PAVÃO!
Sim, um pavão! Passeando sem dar bola pra galera tirando foto e acostumado com aquele monte de gente correndo pelo sua "casa".
Assim, não é todo dia que você vê um pavão andando displiscentemente, cagando pro resto do mundo, do barulho e do estresse, do lado do seu trabalho.
É óbvio que é um sinal;
Talvez uma bicha apareça em minha vida, sei lá.
sexta-feira, dezembro 11, 2009
Músicas de correr.
É não sentir pena da suspensão.
1 - Motörhead - Ace of Spades
2 - Airbourne - Runnin' Wild
3 - Fu Manchu - Hell on Wheels
4 - Primal Scream - Miss Lucifer
5 - AC/DC - Let there be Rock
Combina, né?
Tentei ouvir essa sequência vindo pro trampo hoje, mas não deu.
Co(cô)pacabana tava caótica.
quinta-feira, dezembro 10, 2009
Efeito-estufa, Efeito-arroto.
É muita ridicularidade pra um país mostrar na Dinamarca.
Arroto de boi? Pelamor...
terça-feira, dezembro 08, 2009
Mengão campeão brasileiro.
Até o presidente virou mulher. Acho que agora a coisa vai.
Mas um adendo. Só sou flamenguista em final de campeonato e quando me meto entre a Raça e a Jovem nas arquibancadas super odorizadas do Maracanã. No resto do ano eu sou Seleção Brasileira.
Parabéns, Fluminense pela não-queda a Segundona e que se fodam os marginais briguentos inúteis do Coritiba pela boçalidade ao final do jogo.
Qualquer dia eu faço um mega-post sobre o espetáculo que foi o show do AC/DC. Enquanto isso eu morro de trabalhar no SAARA, lugarzinho que eu amo e que paga minhas contas.
segunda-feira, novembro 23, 2009
Rio 40 Graus - E sem luz!
Como podem ver, quem vos escreve , encontra-se no momento no ar condicionado com televisão, lâmpadas acesas, som, computador, internet, tudo! E no prédio ao lado até o final do Leblon, nada!
Tô me sentindo vingada de dois apagões atrás (fora o mega-master-blecaute nacional), que do meu prédio pro outro lado da rua não tinha luz.
MORRA DE CALOR, GOVERNADOR DE MERDA!
sexta-feira, novembro 20, 2009
Joe Perry
Esse Toxic Twin me apetece muito mais do que o outro. Conheci essa música jogando Guitar Hero Aerosmith. Merece respeito. Há muito não se via um rockzão de qualidade bombando por aí.
Barbie Winehouse e Nasi abrindo pro AC/DC.
O tablóide inglês Daily Mail diz que a empresa poderá colocar a boneca da cantora à venda ainda esse ano.
Como fã da boneca mais famosa do mundo, eu achei sensacional a idéia, mas com poréns muito óbvios.
Bom, isso nos leva a crer que a nova versão de Barbie não virá mais com secadores, bolsinhas, cachorrinhos asinhas de fada, saias esvoaçantes, etc. Agora elas provavelmente virão com um saquinho de pó , um maço de cigarros, uma garrafa de Stella Artois e outra de Whisky e um peito caindo pra fora do decote. Afora o fato de serem vendidas, separadamente, a Clínica de Reabilitação e os seguranças da Barbie, né?
É ou não é um exemplo para nossas crianças??
****
De quem foi a idéia de merda de colocar o Nasi pra abrir o show do AC/DC, em São Paulo?
É pedir pro cantor virar uma espécie de Carlinhos Brown no Rock in Rio 3 quando levou belas garrafadas no mesmo dia que o Guns and Roses ia se apresentar.
"Não vou dar nem tempo para o público respirar, vai ser uma paulada atrás da outra. Vou tocar Clash, Stooges, Raul Seixas, Jimi Hendrix e Iggy Pop, e nos intervalos colocar alguma coisa da minha carreira-solo", disse.
Vem cá, ele tá achando que é quem pra abrir pro AC/DC assim? Não que eu seja contra o trabalho do Nasi no Ira!, acho até que tem algumas coisas muito legais, sim. Mas o cara já virou motivo de chacota, né. Já tô imaginando a multidão enfurecida jogando um monte de copos de cerveja no cara, forçando o tiozão a sair do palco.
quinta-feira, novembro 19, 2009
Novas aquisições fonográficas.
Três grandes pérolas do rock que agora fazem parte da minha singela e humilde coleção de vinis.
São discos dificílimos de achar, e quando se encontram, os preços cobrados são astronômicos.
Nesse caso, os LPs são novos, selados, remasterizados e de 180gr cada.
Um som impecável, alto, claro e encorpado.
Não sei se vale mais um desses novos, ou um raríssimo e carésimo da época. Pra ouvir, esses remasterizados com certeza são muito melhores.
Meus meninos são:
The Kinks - The Kinks (1964)
Disco básico de qualquer fã da British Invasion.
O primeiro da trupe Davies. Tem o maior clássico do grupo "You really got me" e outras maravilhas.
O The Kinks é esquecido pela grande maioria como um dos precursores da Invasão Britânica. Não fosse pelo Please Please Me dos Beatles, lançado um ano antes, eles talvez teriam sido a maior banda do planeta até hoje.
Pra mim, um dos melhores álbuns da história do rock e da história da banda.
****
Kick Out The Jams - MC5 (1968)
Vindos da automobilística cidade de Detroit, o MC5 ou Motor City Five ficou conhecido pelas suas letras politizadas em melodias explosivas e como a banda que começou com o Garage Rock.
Esse é o primeiro álbum da banda que não alcançou grande sucesso comercial na época de seu lançamento, em 1969. Porém, hoje em dia o MC5 é visto como uma das maiores bandas da década de 60 e muito venerada e respeitada por ouvintes de Punk, Proto-Punk e Garage Rock.
****
Blank Generation - Richard Hell & The Voidoids (1977)
No bombástico ano de 1977, Richard Hell lançou com os Voidoids esse clássico do Punk. É considerado um dos discos pioneiros do estilo e Hell, o precursor dos cabelos espetados, das babylooks surradas e das jaquetas de rebite.
A capa acima foi censurada da primeira prensagem do disco e substituída por uma sem graça com as bordas rosa. É raríssimo encontrar uma versão original do disco com a primeira capa.
****
domingo, novembro 08, 2009
A menina que brincava com fogo de Stieg Larsson - Millennium 2
Como fui saber mais tarde, o autor, do alto de sua cabeça fervilhante de idéias loucas e mirabolantes, previu 10 volumes todos eles conectados entre si numa trama em que cada livro tinha a intenção de alfinetar uma falha na sociedade sueca, ao passo que os três primeiros, (únicos os quais deu tempo dele lançar antes de morrer), conseguiu de forma muito eficiente e violenta juntar realidade, ficção, bom humor e bom-mocismo em histórias de arrancar os cabelos. Inclusive, o livro tem o grande e maravilhoso mérito de ser uma verdadeira aula de respeito às mulheres.
Há momentos que você jura que aquele calhamaço de páginas não seja uma relato verídico de um fato que realmente acontecera, tamanho a veracidade dos fatos e a sequência lógico que Larsson segue com perspicácia.
O segundo livro passa muito mais além do primeiro.
Pra mim que tinha jurado que o primeiro livro da série era impossível se ser superado, me encontrei de boca aberta quando peguei aquele meio quilo de papel pra dar uma lida pra passar o tempo e quando vi, já tinha varado a madrugada, mergulhada na leitura. Já tinha lido mais de 400 páginas e não estava nem um pouco afim de parar até acabar.
Apesar do grande poder de sedução que o livro causou em mim, pode não fazer o mesmo em muitas pessoas. Larsson pisou na bola bonito no primeiro um terço do pacote. Duzentas páginas de pura embromação ao contar da viagem de 1 ano ao redor do mundo que Lisbeth fez depois do caso Vanger, que não adicionaram nada de nada ao viés da história. Se isso tiver alguma importância no futuro, lá no terceiro livro tudo bem. Mas nesse segundo poderia ter sido facilmente excluído da obra sem ninguém notar nenhuma diferença.
Ainda assim, Larsson peca pela eficiência em mostrar detalhe por detalhe sem ser chato e repetitivo.
Resumindo a história:
Lisbeth Salander, nossa amada hacker profissional que desperta nojo em que a conhece, se envolve sem querer em um asqueroso triplo assassinato e é procurada pela polícia de todo o território sueco. Mas, nosso também amado e dissimulado Michael Blomkvist, apesar de não ter provas, sabe muito bem que Lisbeth, apesar de violenta, não seria capaz de matar aquelas pessoas, mas tem como ajudá-la.
Bom, nesse bloco de 600 folhas, encontram-se inúmeras respostas para N perguntas da primeira parte, e criam-se mais zilhões de questões para a terceira.
Com um final surpreendente e sanguinolento, você deseja já ter nas mãos o terceiro volume pra continuar a história e saber a quantas anda Lisbeth Salander que de repulsiva, passa a admirada pelos leitores.
Eu não lia ficções até dar uma chance a este best-seller. Me surpreendi pela qualidade do conteúdo.
Afinal, não é nenhuma bola fácil de engolir e digerir, não veio dos EUA com um script americanóide igual filme de Hollywood recheado de clichês e que todo mundo sabe o que acontecerá no final.
Veio de um país que nao tem lá muita tradição em literatura e não me admira ser o mais vendido na história do país, e quem sabe um dos mais vendidos do mundo. Merece uma chance.
Outra coisa é o filme.
Desde o início eu já imaginava que essa obra-prima da literatura policial um dia seria adaptada para as telas. Não esperava que fosse tão rápido, claro.
O primeiro filme adaptado eu já vi obviamente e ainda não foi lançado em território brasileiro e não faço a menor idéia de quando isso acontecerá. Se acontecerá.
O segundo já estou a caça na internet. Ao que tudo indica, já foi lançado na Europa
No Brasil eu nem comento.
Abaixo, o trailer do segundo filme.
Lisbeth Salander, evoluindo como ser humano, e linda
sexta-feira, novembro 06, 2009
Vem chegando o verão...
quinta-feira, novembro 05, 2009
Doenças, explosões e saudades
Nessas horas eu lembro que valeu a pena eu ter ficado até hoje na casa dos meus pais!
***
Um prédio na esquina da minha rua tá pegando fogo.
Parece que explodiu uma tubulação de gás e algumas fórmicas da fachada principal caíram com a explosão.
Tá o maior auê na rua.
Tem bombeiro, polícia, ambulância, Defesa Civil, imprensa. Já puseram cordão de isolamento...
Amanhã sai tudo no RJTV, junto com as mortes diárias da cidade. E ainda me vem a PORRA do secretário de segurança dizer que o Rio não é periogoso.Mermão, vai-te a merda!
Enfim, adoro desgraça alheia. Nunca tem isso por essas bandas.
Só na televisão.
***
Morrendo de saudades do meu magrelo.
Preciso apertá-lo e sentir que o magrelo continua sendo meu.
Apertá-lo em todos os sentidos.
terça-feira, outubro 27, 2009
Momento Mulherzinha
quinta-feira, outubro 22, 2009
Absurdo do dia.
Era pra eu me espantar com isso mesmo? Era pra ficar de queixo caído? Acho que não, né?
Acho até que demorou foi muito tempo pras crianças elaborarem uma brincadeira baseada no que elas vivenciam.
Ou será que depois que ABATERAM um helicóptero da PM na minha cidade (futura sede de Olimpíada! Parabéns, Rio! Conseguiu mais uma vez ser a maior vergonha mundial), meu senso de espanto com os traficantes não existe mais?
Explica, Freud.
Siegmund agora vai se revirar no caixão.
quarta-feira, outubro 21, 2009
quinta-feira, outubro 15, 2009
"Uau, eu sou foda. Me amem!"
Pelamordedeus. Os anos 70 já ficaram lá atrás e a vida evoluiu.
Até os junkies da época se reintegraram e hoje tem filhos, netos e se aquietaram (não todos e nem totalmente, mas isso é exceção) mesmo fazendo seus rocks altamente considerados hoje em dia.
Vamo crescer, né?
SO LET THERE BE ROCK!
Chegaram meus ingressos pro AC/DC em SPQP.
Posso morrer feliz agora.
Mas antes, tenho que pagar esse pedaço de papel em 348738947 vezes.
Sorte pra quem ainda está na caça por um. Desejo sorte mesmo, porque vai ser O show.
Imagens famosas em MDF
Na minha viagem ao Sul do Brasil, pude presenciar em Porto Alegre, na feirinha que rola todo domingo no parque da Redenção (aliás, uma delícia de passeio) artesanato que de fato eu chamo de ARTESANATO. Não aquelas porcariazinhas feitas de papelão, garrafa PET e massa de modelar.
Esse artesanato ESPETACULAR, é nada mais que imagens famosas da história do rock, refeitas em MDF por um artista que cobra uma pequena fortuna por elas. Feitas a mão, em todas as cores e formatos possíveis, passíveis de encomenda, saem em torno de R$350 a R$1000, no mínimo.Nem tão caro considerando o trampo maravilhoso que o cara faz.
Ele faz tudo a mão. Recorta a madeira, lixa, pinta, passa verniz e refaz tudo se não estiver satisfeito com resultado. É um trabalho de mestre porém uma obra de arte.
Fora esses da foto, o cara tinha outros que já tinham sido vendidos.
Ah, e tudo em 3 dimensões.
O cara saca mesmo de rock já que o mural dos Stones é de uma foto da época do Brian Jones. Ou seja, coisa antiga. Além do pòster do Bukowski, Velho Safado e do ancião, Bob Dylan.
O dos Beatles merece prêmio pela genialidade.
Um luxo pros amantes do Rock e da história pop do século XX.
segunda-feira, outubro 12, 2009
Banheiros HIstóricos
sábado, outubro 10, 2009
Inglourious Basterds
Tentando baixar o novo do Tarantino numa qualidade no mínimo razoável. Não aquelas porcarias filmadas diretamente do cinema. Pelamor, né?
***
10º dia de espera e a PORRA da Ticketmaster ainda não confirmou meus ingressos. Tô perdendo a paciência. Esses são bastardos mesmo.
***
Ouvindo todas minhas mp3 do Kinks. Nunca tinha parado pra ouvir tudo que tenho deles. Fora da ordem cronológica que fica mais emocionante. Aliás, eu não sei que músicas estão em que álbuns e nem quando a banda terminou, só conheço o primeiro mesmo. De qualquer forma, apesar de conterrâneos e contemporâneos, eu prefiro eles muito mais do que os Beatles. Mas no final dos 70 e início dos 80, se tornaram uma bosta como qualquer outra banda/artista/dupla que sobreviveu ao início caóticamente sonoro dos 80s.
Nada contra o Fab Four, amo muitas músicas deles. Eu somente prefiro os irmãos Davies & Cia.
Aliás, falando nos meninos de Liverpool; quarenta anos do Abbey Road. Quem diria que 2/4 da banda estaria viva ainda para presenciar essa data festiva. Provavelmente fez-se foi muita festa na terra dos líderes da Invasão Britânica.
MERMÃO! O irmão Davies que escreveu Lola, é o cara com a melhor sacada do milênio. Que outra música, nesse mundão de meu Deus, fala de um TRAVECO??
Sexo, drogas e Rock n' Roll são temas mais do que batidos nesse planeta Terra rockeiro caindo pra suas vertentes de lesbianismo, álcool, blues e afins.
Agora, me diz outra canção que fala de um travesti? Realmente, tem que manjar um mínimo de inglês pra entender as frases que não são lá muito difíceis. Porém, ao longo da música, sinais não muito sutis são dados e é disso que faz de Lola umas das melhores letras da história da música, pra mim.
"Well Im not the worlds most masculine man/ but I know what I am/ and I'm glad I'm a man/ and so is Lola/ Lo-lo-lo-lo lola lo-lo-lo-lo lola"
Só uns 2 anos depois de conhecer a música, quando eu resolvi parar pra ler com calma que eu entendi, finalmente, o que o tal irmão Davies quis dizer com isso.
sexta-feira, outubro 02, 2009
AC/DC.
Eu consegui o meu, e você?




