Cheguei na cidade mais visitada do mundo e isso aqui, vendo pelos olhos de morador, é OUTRA coisa.
Já que minha irmã está morando por aqui, eu estou vendo Paris de outro ângulo. Nada de excursões, nada de gente dizendo aonde ir e o que fazer.
Hoje por exemplo, fui com ela comprar botões em Montmartre, no Cafè des 2 Moulins, aquele mesmo do filme da Amélie, e fiz muitas compras pelo bairro de Saint-German.
Impressionante como andar faz você conhecer tudo que não está nos guias. Muito melhor.
De dois meses pra cá, de repente tem até mais tempo e eu não percebi, estou com um vício doentio.
Fico triste se não o tenho todos os dias, várias vezes por dia. Sinto abstinência; fico triste, irritada, deprimida, impaciente. Sonho com essa coisa maligna todas as noites e preciso tê-la a disposição quando bate a falta. Senão, suo frio, tremo, não durmo, não relaxo.
Minha droga me faz muito bem, mas principalmente me faz muito mal.
Te conheci numa época em que os maiores males vieram pro meu enorme bem. Foi uma fase vivida muito rápida e intensamente (felizmente, com você meu "intenso" se tornou massivo).
Numa noite de caras e bocas, poses e fachadas, sons que não eram bem-vindos aos nossos ouvidos, estávamos lá, eu e você, trocando palavras com gosto de harmônicos.
Era o par perfeito. Uma dupla dinâmica nunca tão bem selecionada por algo ou alguém divino, e que funcionasse tão bem, logo à partir do primeiro dia juntos.
Alguma coisa ali fez sair faísca.
Então, naquela manhã ensolarada e gelada, parecíamos vindo diretamente dos anos 50 pro interior das Minas Gerais. Parecia que eu já o conhecia havia muitos anos, enquanto na verdade, havia somente algumas poucas horas que estava do seu lado.
Aquele dia, encostados naquela pilastra de azulejos vermelhos com os olhos da cidade e um sol nascente nos espiando, eu percebi que ali a paixão nascia. Desabafei bem baixinho "isso não vai dar certo" e você fingiu que não ouviu. Que a partir daquele momento, meu corpo por um lado festejava de alegria, enquanto o outro já se inflava de preocupação pela distância que estava prestes a nós massacrar.
Você foi embora lamentando ter que estar acordado, de pé e disposto dali há algumas horas e eu com o coração disparado e a adrenalina sem me deixar adormecer.
Algo me dizia que naquele segundo que ouvi sinos e vi estrelas, o mesmo te acertou em cheio.
Já faz mais de 24horas que o Rio sente o gostinho de ser São Paulo em dia de chuva.
Hoje não botei os pés pra fora de casa, e quando estava prestes a fazer isso, o gerente da loja ligou pra minha casa desesperado porque nenhum funcionário havia chegado ainda. Já era pra loja estar a pleno vapor a pelo menos 30min. (Me pergunto como ele conseguiu chegar na hora no Centro do RJ, já que mora em Nova Iguaçu, na Baixada). Fiquei meio boiando na conversa, sem entender o porquê do nervosismo. Até que eu liguei a televisão e lá estava, notícia no Bom Dia Brasil: "(Clichê) Rio amanhece debaixo d'água" e mostra uma imagem exatamente do lugar pelo qual eu iria passar no momento que estava saindo de casa, a Rua Jardim Botânico. Lá mesmo, na frente do parque/jardim.
O local onde eu costumo passar 3x por semana estava completamente alagado. O repórter da Globo era um que normalmente faz matérias esportivas, mas como esse local é muito perto da emissora, colocaram esse mesmo para mostrar o caos (provavelmente ele estava lá preparando algo sobre Copa, sei lá). A água era tanta que ultrapassava a mureta do parque pra rua e só dava pra ver as grades.
Minha mãe foi trabalhar. Ela conseguiu porque o escritório dela (autônomo) é aqui perto de casa, e o bairro de Ipanema durante o dia estava "caminhável". Mas chovendo durante todo o dia.
Segundo ela, NENHUMA loja estava aberta, nem mercados, galerias, nada! Não havia uma alma viva na rua e o trânsito nunca esteve tão maravilhoso quanto hoje (após o caos, claro).
O prefeito deu seu parecer de que hoje seria decretado ponto facultativo. Claro, não tinha como ninguém ir nem voltar de lugar nenhum. Esse cara dá pra levar a sério.
Ontem a noite voltei com meu pai da loja pelo bairro de Santa Teresa e pelo Cosme Velho. Poucos são os que conhecem esse caminho, então estava vazio e foi nossa sorte.
Por outro lado, tem uma parte do Cosme Velho que é uma estradinha pelo meio da Floresta da Tijuca, e qual não foi minha surpresa quando comentei com meu pai quando uns 10 anos antes, uma chuva como aquela havia caído na cidade (não tão demorada, claro) e uma árvore havia caído naquele lugar e tivemos que voltar para fazer outro caminho até minha escola (meu colégio era ali perto). E de repente, 3 minutos depois, havia REALMENTE uma árvore caída no meio da pista. Pelo menos, dessa vez, tinha espaço para passar um
carro por vez. Poucos metros a frente, uma pequena barreira havia desmoronado.
Na real? Eu tava me cagando de medo de andar por ali.
A chuva era tanta, mas tanta, que se via sacolas de lixo boiando, RATOS BOIANDO (um dos maiores nojos da minha vida), carros boiando...enfim, TUDO boiando.
E as cenas de helicóptero da Globo sobrevoando a Lagoa Rodrigo de Freitas?
Me senti uma moradora nata de São Paulo passando pelos entornos do Rio Tietê. Aquilo tudo muito transbordado; carros com água na altura das janelas; não se via definição de calçada, ciclovia nem pista. Era tudo uma água só!
Enfim...
Um post no twitter me fez pensar. Seria muito bom se na próxima vez que as pessoas fossem jogar lixo na rua, lembrassem do maldito dia inútil de hoje. As que morreram debaixo de lama, terra e pedras provavelmente foram também aquelas que um dia entupiram bueiros com uma mera garrafa PET. Ou aqueles que tiveram que abandonar seus carros com lama nos bancos de couro, foram exatamente as pessoas que jogaram sacolas plásticas no chão.
É isso aí. Espero que esse dia tenha servido de lição pra muito carioca mal-educado.
Aliás, carioca pra mim é sinônimo de gente sem educação. Sou nascida no Rio de Janeiro e vejo isso.
Pra essa galera, o prefeito foi perfeito e deu um dia de descanso pra população.
Acho que quando minha mãe estava grávida de mim, ela deve ter ficado horas e horas sem perceber ouvindo "My Sweet Lord", música do melhor beatle pra mim, Sir George Harrison.
Durante meus míseros 23 anos de existência, essa música tocou e tocou e tocou centenas de vezes ao longo da minha vida e de um meses pra cá, percebi que ela me tranquiliza. Que sempre me tranquilizou, eu que sempre estava com a cabeça ocupada demais pra notar.
Engraçado.
Hoje, fui tomar banho e levei meu rádio pro banheiro sem saber o que ouvir.
Escolhi Sir George ao acaso e seu disco póstumo, Let it Roll - diga-se de passagem, uma capa linda - e como meu Ipod fica no modo shuffle, nem me preocupei em escolher a primeira música a tocar.
Na mosca.
Eu já estava debaixo do chuveiro, e ouvi aqueles riffs introdutórios, a muitos anos familiar. E uma lágrima rolou. Algumas, na verdade.
Não choro de tristeza, mas só uma descarga de nostalgia, vamos dizer assim.
Sei lá, é uma sensação agradável. Como se uma calmaria estivesse próxima.
Ou simplesmente uma música que ouvi durante tantos anos que meu cérebro associa necessariamente com tranquilidade.
Sempre me perguntei qual a minha música preferida. Acho que é essa.
Meu tio que trabalha com a gente aqui, já um senhor de 77 anos de licença-médica, teve um piripaque e deixou tudo como estava e eu estou o fazendo o meu trabalho e o dele.
Isso tudo sem todo um preparo psicológico e físico e sem uma data pra ele voltar. Ou seja, passo todas essas horas sentada, contando dinheiro ou mexendo no computador, ou fazendo contas, ou fazendo ligações, ou cobrando clientes caloteiros, ou preparando contra-cheques ou fazendo praticamente tudo que uma administradora de empresas faz.
Estou com as costas moídas, não tenho dormido direito, não descanso, não relaxo, quase não como, quase não vejo a luz do dia e estou com um invejoso bronzeado escritório...
De forma alguma estou reclamando.
Só estou desabafando porque meu corpo já está reagindo de uma forma muito esquisita. E estou assim há apenas 4 dias!
Confesso que rolau sim uma invejinha da galera que vai sair dos seus respectivos empregos e vai tomar uma cerveja, vai ver os amigos, ou vai simplesmente pra casa ver tv ou ler um livro.
Eu vou pra casa, mas não aguento nem ver tv, nem ler livro e nem fazer nada. Só quero minha cama tamanho o cansaço.
Não precisa nem de comentário, né? Cada dia que passa, o mínimo de fé que me foi passado durante e depois do meu batizado, se dissolve mais. Obrigada, imprensa.
Depois o Papa não sabe porque perde fiéis pros bispos Macedos da vida.
Esse é o tipo de notícia que me revolta de um jeito que nem eu consigo definir.
Logo que eu comecei a escrever aqui, um incêndio atingiu uma loja de plásticos aqui perto.
Hoje, 1 anos e 3 meses depois, outro incêndio aqui no Centro perturba meus amigos na loja de flor aritifical deles. Há 1 quarteirão do lado deles, um sobrado (antigo, claro, e elétrica completamente fodida) já lambeu e já desabou, fazendo subir fuligem, espalhando fedor e deixando tudo sujo por aqueles lados da Av. Passos.
É o SAARA sempre com novidades
Acabei de perder 3 vinis fantásticos só porque estavam no teto do carro. Back in Black da Amy Winehouse Rubber Soul dos Beatles Honky Chatêu do Elton John.
Saí com o carro e eles cairam na rua. Quando cheguei em casa sai correndo na rua (idéia do namorado. amo) atrás dos discos, fazendo o mesmo caminho a pé, que eu tinha feito de carro.
Eis que eu vejo uma galera vindo na minha direção com o LP da Amy nas mãos e eu fico louca, roxa, azul, gelada e quente ao mesmo tempo querendo falar e nada saia:
-Velho, vocês acharam esse disco na rua?
- Achamos, mas...
- Velho, é meu, cara! Tinham mais dois juntos!
- Quais? - com cara de "tá me enrolando essa garota"
E eu que fiquei roxa e na hora do nervosismo não lembrava os discos.
- Uhm...Ahh. Era o...ai, o soul. O Rubber Soul dos Beatles e um do Elton John
- Só tinha esse lá, não tinha nenhum dos Beatles não.
Adendo: Ele só fez menção ao dos Beatles. Da titia John nada.
Só dizendo que o outro do era do Elton John que eu acho que o cara acreditou que eram realmente meus. Quem, com 13-25 anos, reles mortal carnavalesco do Rio de Janeiro, em pleno bloco, vai duvidar de uma mulher esquisita andando louca na rua atrás de um vinil do Elton John?
Até que o outro falou:
- Cara, dá pra ela. Ó a cara de nervosa dela. Dá pra ela.
- Brigada gente, valeu mesmo!
Quase dei um beijo dos muleques.
Infelizmente, os outros dois eu continuei caçando. Mas nada.
O chato é que eram do namorado...
Só que se não fosse ele mandando eu descer atrás dos discos, nem o meu eu teria encontrado.
Mais um motivo que eu amo ele tanto.
:)
Aí tá.
Voei pra casa querendo ouvir o dito cujo.
Ele tava tão novinho. Com capinha nova, capa interna direitinha, a capa do disco lisinha...
MAS, eu to ouvindo ele agora, e pelo visto o atropelamento do disco foi a melhor coisa que o aconteceu.
O disco tá com som de música antiga, cheio de chiado, do jeitinho que eu amo. Tá empenado é verdade, mas uma maravilha de som.
E a capa com marca de asfalto.
Lembram do vídeo de pagode japonês que eu postei aqui semana passada?
Esse aqui.
Então, o G1 fez uma matéria com a banda. Pra ler, clique aqui.
Dou moral pros olhos puxados.
Aí me vem o advogado e diz que ele "não sabia que a droga estava no bolso do casaco" e que "Pete tem muitos ternos e pode ter escolhido justamente a peça na qual havia droga guardada no bolso."
Não sei se vocês conhecem aquela velha máxima para adolescentes: Tudo conversa pra boi dormir.
Sempre amei Barbie. Tinha muitas quando era novinha.
Eram as bonecas tipo Frankenstein que toda menina de 3 a 8 anos tem.
Braço de uma com a perna de outra, sem cabeça, cabelo tosado e pintado com azul de metileno, cabelo moicano (a gente sempre tinha uma pontinha de esperança que o cabelo da boneca iria crescer) maquiagem feita de lápis de cor, roupinha feita à máquina pela vovô, uma be-le-za!
Mas aí, a garotinha cresce e a loucura por Barbie não passa.
Também pudera, o site da marca tem as edições de colecionador com precinhos mixurucas (em doletas, obviamente). O lado bom, se é que posso chamar de bom, é que não entrega no Brasil.
Senão eu tava devendo até minha mãe pro cartão de crédito.
Mas, eis que surge a coleção mais "menina-que-gosta-de-rock-mas-que-não-largou-a-infância".
Pois bem. A Mattel, a marca mais feminina da história dos brinquedos, lançou a coleçao Ladies of the 80s,só com as divas da música da época.
Vou comprar todas. Já pedi pra minha mãe uma ajuda de custo, há!
Deliciem-se.
Chutei o balde.
Não que R$5,00 por mês vá me deixar pobre, mas antigamente eu não concordava com esse negócio de você pagar pra ouvir as músicas dos outros em streaming.
A minha fome de bandas "novas" já estava me irritando. No meu computador nada preenchia o espaço vazio de novos sons (parece até que tô falando do amor que todo mundo demora pra encontrar) dos meus ouvidos. Meu namorado praticamnte toda semana me fala de algo novo, que eu escuto e até curto, mas é tanta coisa nova com tanta frequência que na hora de baixar pra ouvir direito e com calma, cadê o nome dos ditos cujos?
Quando surgiu o Last.fm eu ficava horas na frente do PC usando a ferramenta de ouvintes iguais pra descobrir novas coisas. Muita banda conheci por ali, que já não vou lembrar. Até que resolveram que usuários teriam que pagar pra ouvir. Aaaah, sacanagem com os fiéis, né?
De qualquer forma, fiquei uns meses, se bobear mais de 1 ano, esperando pra ver se alguma novidade aparecia, e aí nada (do last.fm, eu digo) até que eu descobri os segredos do cartão de crédito internacional (mentira, já torro no Ebay há uns bons 3 anos) .
Hesitei até que pouco pra uma voraz ouvinte de mp3, mas é que não concordo em pagar. Nem arquivo de mp3 a porcaria é! Mas não aguentei, meus ouvidos falaram mais alto e resolvi pagar. Um mês pra começar.
E realmente, é um serviço muito bom pra quem ouve muita música e gosta de coisa nova. Tem banda de todo canto do mundo, de todos os estilos, em todas as línguas. Em 2 dias, 5 bandas já subiram pro meu Top 10 do bimestre (bimestre no mínimo. Porque esse negócio de "melhor banda dos todos tempos da última semana", como diria meus queridos Titãs, é coisa de rádio que ganha jabá), simplesmente por poder escrever o nome de uma banda que eu amo e aparecer milhões de outras relacionadas.
Adoro isso tudo. Me sinto uma daquelas pessoas que enche a boca pra falar de bandas do interior de um vilarejo da Romênia, e que entende tudo do som de tuba tocada na água, porque é muito rock n' roll e as bandas do Leste Europeu e da Costa Setentrional da África tão usando direto nos seus rock n'macumba, tipo Fábio Massari (adoro ele, pra quem entendeu errado)
Pra porra. Nem crítico de cinema consegue ser chato assim.
Num é nada, num é nada, uma matériazinha no Fantástico faz você querer mudar de opinião na hora.
Me deu uma vontade absurda de ir no show do Metallica.
Já tinha cogitado a hipótese após o show do AC/DC em SP, mas fui checar minhas contas e estava a beira da falência, digamos assim.
Uma simples ida à terra das enchentes acaba com todo e qualquer dinheiro que você possua.
E agora, José? Sim ou não?
É semana que vem, as passagens devem estar absurdas, mas perder "Enter Sandman" ao vivo, é meio esculhambar com o fiapo de respeito que você tem com a sua pré-adolescência.
Nem sou tão fã da banda a ponto de largar o calor de deserto do RJ pra pegar bote na Av. Paulista.
Definitivamente, o universo está contra mim. E meu cheque especial também.
Eu simplesmente AMO essas loucuras que apaixonados por música são capazes de fazer.
Cara, transformar o Heavy Metal em religião é a coisa mais genial que eu já vi sair da cabeça de um fã do estilo. Além das longas madeixas.
Não que eu seja contra as religiões tradicionais. Eu realmente tenho lá minhas dúvidas e respeito quem é seguidor. Agora, deixa os loucos escolherem os seus Deuses, né?
Se o Jack Black tem o Dio como seu Deus aos 10 anos de idade no "A Palheta do Destino", porque um metaleiro comum não pode escolher o seu? Hahaha! Me divirto!
Amei, adorei, simplesmente boto fé e vou aderir a campanha com certeza.
Imagina você respondendo um questionário, e no campo "qual sua religião?" você escreve "Heavy Metal"?
Eu quero!
E como diz meu namorado: o americano inventa e o inglês aperfeiçoa.
Nesse caso em si, a loucura "aperfeiçoada" obviamente vem dos britânicos, da terra do Metal!
Pra quê que a gente nasce se um dia vai morrer? Não vale dizer que é pra perpetuar a espécie.
Além disso, eu sei que o sentido da vida tá nessa resposta, mas eu gostaria de entender.
Sei lá, né. Não custa tentar saber.
Se tem uma coisa na política que eu AMO é ver presidente, primeiro-ministro, essa galera toda pagando mico.
É a coisa mais legal do mundo político atual.
Hoje no Chile. O presidente recém-eleito do país, dançando THRILLER, pra comemorar a vitória.
Na boa, esse merece muuuuuuuuuito respeito. Best of de presidentes que eu já vi!
Mas sinceramente? Isso e resultado de aposta dentro do partido, numa noite de muita, mas muita cachaça. Alguém duvida? Pois é.
Eu realmente não sou lá muito fã de twitter. Na minha conta, pouca coisa consta, já que eu uso o serviço somente para ler abobinhas alheias e rir um pouco.
Pois bem. Descobri a maior de todas as pérolas da internet. Um retweet de um retweet, de um retweet, chegou até mim e posto pra vocês aqui agora.
UM PAGODE EM JAPONÊS.
Tá até legendado, mas eu não consigo levar a sério a porra da legenda.
Tô afim de, sei lá, perder a noção do ridículo, talvez.
Ando meio perdida.
sábado, janeiro 09, 2010
Tô numa ansiedade quase doentia. Sentindo calafrios, suando frio, dor de cabeça, vontade de mijar toda hora.
Só que sem motivo. Hoje é sábado, tô doente e sem viagem marcada, encontro, entrevista de emprego, sem porra nenhuma (séria) pra fazer.
Que coisa incômoda. Não consigo me concentrar, sinto um vazio gigante no estômago, tô nervosa, sei lá pra que.
Nem comer eu tô conseguindo.
Gostaria de entender quando me dá esses surtos de ansiedade.
E outra, não posso botar um mililítro de álcool pra dentro quando eu tenho essas crises senão é passar mal na certa.
Não posso comer porque minha gastrite ataca, dói, e não passa uma uva passa pela garganta. Tipo, veda a entrada de qualquer coisa que não seja oxigênio.
Não consigo parar quieta, exatamente porque eu to inquieta. Duh!
Porra, que que eu posso fazer então?
Nessas horas que a psicanálise vira minha religião e Freud, meu Deus supremo.
Tô com um resfriado es-cro-to. Mais escroto ainda nesse calor bizarro, e meu namorado com rota-vírus.
Pleno sábado de MUITO sol e eu beirando a demência.
Juro que eu não costumo fazer isso, mas como quero muito comprar esse livro, tinha que colocar em algum lugar que eu olhe com uma certa frequencia pra poder lembrar. Já que, de esquecida eu sou muito boa.
Quero o "Histórias Perdidas do Rock Brasileiro", do Nélio Rodrigues. Porém, bem complicadinho de encontrar.
É novo. O autor foi quem esreveu as duas biografias dos Stones mais recentes que saíram por aqui.
Enfim, um prato bem cheio pra conhecer, quem sabe, um suporto Iggy Pop brasileiro, ou uma Joan Jett dos undergrounds.
O livro conta sobre bandas dos anos 60 e 70, cuja maior de todas, obviamente foi o Mutantes, que não conseguiram atingir o Mainstream e hoje são completas pérolas desconhecidas do rock n' roll nacional, esquecidas em vinis demos
Ouvindo meu vinil novo do Kinks e matutando num belo domingo quase à tarde, que, as melhores invenções do século são o ar-condicionado e o ob.
Não sei se por falta de vontade ou de tempo, eu até hoje não vi (talvez o) melhor filme do Tarantino, Bastardos Inglórios.
Como eu trabalho como um cão e não consigo sair pra nada quando tenho tempo de ficar em casa descansando, eu resolvi baixar o filme, passar pra dvd, fazer uma pipoquinha, ligar o ar condicionado, e cá estou, esperando o filme terminar de ser gravado, e com a pipoca em riste.
Se estiver afim, depois eu faço uma resenha! :)
Você sabe que um rockstar famoso dos anos 80 caiu no ostracismo quando um canal de televisão te chama pra encontrar a mulher da sua vida num reality show. Coloca várias delas num ônibus junto com o cara, chama a temporada de "Tour of Love" e a chamada do programa diz assim: "Bret Michaels vai levar todas as suas mulheres pra sua turnê pra ver qual delas aguenta o seu ritmo." Aí mostra típicas groupies vagabundas, loiras e peitudas se agarrando, mostrando a língua e fazendo o devil horns, e o bem-dito é o fruto beijando 3 de uma vez, lambendo barrigas, dando beijos muito dos falsos, bebendo whisky no gargalo...Só faltou mostrar a agulha de pico e o canudo de pó.
Pra chamar bem a atenção do telespectador, ainda me colocam o próprio dando um "desabafo": "Eu juro que se não encontrar a mulher da minha vida dessa vez, eu desisto.". Beirando os 50.
É um sinal, só pode!
Estava eu, passando pelo Campo de Santana, ou Praça da República, - que diga-se de passagem, é um belo parque esquecido pela prefeitura carioca - e no meio do caminho eu dou de cara com o que? Não foi um gato, nem um ganso e nem um roedor! Foi um PAVÃO!
Sim, um pavão! Passeando sem dar bola pra galera tirando foto e acostumado com aquele monte de gente correndo pelo sua "casa".
Assim, não é todo dia que você vê um pavão andando displiscentemente, cagando pro resto do mundo, do barulho e do estresse, do lado do seu trabalho.
É óbvio que é um sinal;
Talvez uma bicha apareça em minha vida, sei lá.
Meu top 5 músicas pra colocar no talo e sair correndo pelas vias (esburacadas), quando não há trânsito.
É não sentir pena da suspensão.
1 - Motörhead - Ace of Spades 2 - Airbourne - Runnin' Wild
3 - Fu Manchu - Hell on Wheels
4 - Primal Scream - Miss Lucifer
5 - AC/DC - Let there be Rock
Combina, né?
Tentei ouvir essa sequência vindo pro trampo hoje, mas não deu.
Co(cô)pacabana tava caótica.
Depois de uma campanha que deu a volta pro cima no Brasileirão, meu time do coração, conseguiu a taça nacional depois de 17 anos de luta (sic), funcionários sem salário, e um time mais ou menos bom.
Até o presidente virou mulher. Acho que agora a coisa vai.
Mas um adendo. Só sou flamenguista em final de campeonato e quando me meto entre a Raça e a Jovem nas arquibancadas super odorizadas do Maracanã. No resto do ano eu sou Seleção Brasileira.
Parabéns, Fluminense pela não-queda a Segundona e que se fodam os marginais briguentos inúteis do Coritiba pela boçalidade ao final do jogo.
Qualquer dia eu faço um mega-post sobre o espetáculo que foi o show do AC/DC. Enquanto isso eu morro de trabalhar no SAARA, lugarzinho que eu amo e que paga minhas contas.
A minha sorte é que a energia do meu bairro acabou no prédio ao lado do meu.
Como podem ver, quem vos escreve , encontra-se no momento no ar condicionado com televisão, lâmpadas acesas, som, computador, internet, tudo! E no prédio ao lado até o final do Leblon, nada!
Tô me sentindo vingada de dois apagões atrás (fora o mega-master-blecaute nacional), que do meu prédio pro outro lado da rua não tinha luz.
Esse Toxic Twin me apetece muito mais do que o outro. Conheci essa música jogando Guitar Hero Aerosmith. Merece respeito. Há muito não se via um rockzão de qualidade bombando por aí.
Partiu da própria Amy a idéia de ter uma Barbie baseada nela. Ela mesma apresentou a Mattel um protótipo da boneca.
O tablóide inglês Daily Mail diz que a empresa poderá colocar a boneca da cantora à venda ainda esse ano.
Como fã da boneca mais famosa do mundo, eu achei sensacional a idéia, mas com poréns muito óbvios.
Bom, isso nos leva a crer que a nova versão de Barbie não virá mais com secadores, bolsinhas, cachorrinhos asinhas de fada, saias esvoaçantes, etc. Agora elas provavelmente virão com um saquinho de pó , um maço de cigarros, uma garrafa de Stella Artois e outra de Whisky e um peito caindo pra fora do decote. Afora o fato de serem vendidas, separadamente, a Clínica de Reabilitação e os seguranças da Barbie, né?
É ou não é um exemplo para nossas crianças??
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De quem foi a idéia de merda de colocar o Nasi pra abrir o show do AC/DC, em São Paulo?
É pedir pro cantor virar uma espécie de Carlinhos Brown no Rock in Rio 3 quando levou belas garrafadas no mesmo dia que o Guns and Roses ia se apresentar.
"Não vou dar nem tempo para o público respirar, vai ser uma paulada atrás da outra. Vou tocar Clash, Stooges, Raul Seixas, Jimi Hendrix e Iggy Pop, e nos intervalos colocar alguma coisa da minha carreira-solo", disse.
Vem cá, ele tá achando que é quem pra abrir pro AC/DC assim? Não que eu seja contra o trabalho do Nasi no Ira!, acho até que tem algumas coisas muito legais, sim. Mas o cara já virou motivo de chacota, né. Já tô imaginando a multidão enfurecida jogando um monte de copos de cerveja no cara, forçando o tiozão a sair do palco.
Após longos 40 dias de espera, três vinis que eu tinha encomendado pelo Ebay, finalmente, chegaram.
Três grandes pérolas do rock que agora fazem parte da minha singela e humilde coleção de vinis.
São discos dificílimos de achar, e quando se encontram, os preços cobrados são astronômicos.
Nesse caso, os LPs são novos, selados, remasterizados e de 180gr cada.
Um som impecável, alto, claro e encorpado.
Não sei se vale mais um desses novos, ou um raríssimo e carésimo da época. Pra ouvir, esses remasterizados com certeza são muito melhores.
Meus meninos são:
The Kinks - The Kinks (1964)
Disco básico de qualquer fã da British Invasion.
O primeiro da trupe Davies. Tem o maior clássico do grupo "You really got me" e outras maravilhas.
O The Kinks é esquecido pela grande maioria como um dos precursores da Invasão Britânica. Não fosse pelo Please Please Me dos Beatles, lançado um ano antes, eles talvez teriam sido a maior banda do planeta até hoje.
Pra mim, um dos melhores álbuns da história do rock e da história da banda.
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Kick Out The Jams - MC5 (1968)
Vindos da automobilística cidade de Detroit, o MC5 ou Motor City Five ficou conhecido pelas suas letras politizadas em melodias explosivas e como a banda que começou com o Garage Rock.
Esse é o primeiro álbum da banda que não alcançou grande sucesso comercial na época de seu lançamento, em 1969. Porém, hoje em dia o MC5 é visto como uma das maiores bandas da década de 60 e muito venerada e respeitada por ouvintes de Punk, Proto-Punk e Garage Rock.
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Blank Generation - Richard Hell & The Voidoids (1977)
No bombástico ano de 1977, Richard Hell lançou com os Voidoids esse clássico do Punk. É considerado um dos discos pioneiros do estilo e Hell, o precursor dos cabelos espetados, das babylooks surradas e das jaquetas de rebite.
A capa acima foi censurada da primeira prensagem do disco e substituída por uma sem graça com as bordas rosa. É raríssimo encontrar uma versão original do disco com a primeira capa.
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Como fã da obra literária mais famosa da história da Suécia, terminei de ler em 13 horas, o segundo livro da série Milleniuem do falecido Stieg Larsson. "Flickan som lekte med elden", que em português literal, se traduz exatamente como está na capa do livro (raras as vezes que uma tradução se mantém ao original, aqui no Brasil), é a continuação da primeira parte da saga da trilogia Millennium.
Como fui saber mais tarde, o autor, do alto de sua cabeça fervilhante de idéias loucas e mirabolantes, previu 10 volumes todos eles conectados entre si numa trama em que cada livro tinha a intenção de alfinetar uma falha na sociedade sueca, ao passo que os três primeiros, (únicos os quais deu tempo dele lançar antes de morrer), conseguiu de forma muito eficiente e violenta juntar realidade, ficção, bom humor e bom-mocismo em histórias de arrancar os cabelos. Inclusive, o livro tem o grande e maravilhoso mérito de ser uma verdadeira aula de respeito às mulheres.
Há momentos que você jura que aquele calhamaço de páginas não seja uma relato verídico de um fato que realmente acontecera, tamanho a veracidade dos fatos e a sequência lógico que Larsson segue com perspicácia.
O segundo livro passa muito mais além do primeiro.
Pra mim que tinha jurado que o primeiro livro da série era impossível se ser superado, me encontrei de boca aberta quando peguei aquele meio quilo de papel pra dar uma lida pra passar o tempo e quando vi, já tinha varado a madrugada, mergulhada na leitura. Já tinha lido mais de 400 páginas e não estava nem um pouco afim de parar até acabar.
Apesar do grande poder de sedução que o livro causou em mim, pode não fazer o mesmo em muitas pessoas. Larsson pisou na bola bonito no primeiro um terço do pacote. Duzentas páginas de pura embromação ao contar da viagem de 1 ano ao redor do mundo que Lisbeth fez depois do caso Vanger, que não adicionaram nada de nada ao viés da história. Se isso tiver alguma importância no futuro, lá no terceiro livro tudo bem. Mas nesse segundo poderia ter sido facilmente excluído da obra sem ninguém notar nenhuma diferença.
Ainda assim, Larsson peca pela eficiência em mostrar detalhe por detalhe sem ser chato e repetitivo.
Resumindo a história:
Lisbeth Salander, nossa amada hacker profissional que desperta nojo em que a conhece, se envolve sem querer em um asqueroso triplo assassinato e é procurada pela polícia de todo o território sueco. Mas, nosso também amado e dissimulado Michael Blomkvist, apesar de não ter provas, sabe muito bem que Lisbeth, apesar de violenta, não seria capaz de matar aquelas pessoas, mas tem como ajudá-la.
Bom, nesse bloco de 600 folhas, encontram-se inúmeras respostas para N perguntas da primeira parte, e criam-se mais zilhões de questões para a terceira.
Com um final surpreendente e sanguinolento, você deseja já ter nas mãos o terceiro volume pra continuar a história e saber a quantas anda Lisbeth Salander que de repulsiva, passa a admirada pelos leitores.
Eu não lia ficções até dar uma chance a este best-seller. Me surpreendi pela qualidade do conteúdo.
Afinal, não é nenhuma bola fácil de engolir e digerir, não veio dos EUA com um script americanóide igual filme de Hollywood recheado de clichês e que todo mundo sabe o que acontecerá no final.
Veio de um país que nao tem lá muita tradição em literatura e não me admira ser o mais vendido na história do país, e quem sabe um dos mais vendidos do mundo. Merece uma chance.
Outra coisa é o filme.
Desde o início eu já imaginava que essa obra-prima da literatura policial um dia seria adaptada para as telas. Não esperava que fosse tão rápido, claro.
O primeiro filme adaptado eu já vi obviamente e ainda não foi lançado em território brasileiro e não faço a menor idéia de quando isso acontecerá. Se acontecerá.
O segundo já estou a caça na internet. Ao que tudo indica, já foi lançado na Europa
No Brasil eu nem comento.
Abaixo, o trailer do segundo filme.
Lisbeth Salander, evoluindo como ser humano, e linda
Um calor do demônio que faz-se nesse Rio (Caos) de Janeiro. Um bafo quente constante nas ruas, como quando se abre a porta do forno quando algo está assando. Termômetros na Av. Presidente Vargas mostrando um 4 depois um 1 e uma bolinha no alto, assim °. Tô MORRENDO de calor!
Junto com um cansaço, que noite de sono nenhum dá jeito, ganhei também uma bela de uma tendinite no braço direito. Devido aos esforços de uma pessoa que passa umas, 5, 6 horas na frente de um computador em belos dias de sol, eu agora tenho o famoso, o temido, o grande amigo dos nerds, a PORRA do L.E.R.
Desfilando por aí com uma tala de velcro imobilizando a mão direita.
Ainda por cima fazendo mágica e usando computador!
E pra cereja do bolo, uma tremenda infecção em ambos os ouvidos que me tiraram duas preciosíssimas noites de sono. Não sabia o que era dor de ouvido há mais de 10 anos.
Apelei pro velho truque de bater no quarto dos pais e pedir "pelamordedeus-me-socorre-mãee". Nessas horas eu lembro que valeu a pena eu ter ficado até hoje na casa dos meus pais!
-Você colocou alguma coisa no ouvido?
- Coloquei mãe. Um feijão cru. Por isso tá doendo. Te acordei pra você tirar. Porra, mãe!
Isso é pergunta que se faça pra filha de 23 anos? Minha mãe esquece desse detalhe, às vezes.
Antibiótico, analgésico, tala de punho...
Tô vendendo saúde! Alguém quer?
***
Um prédio na esquina da minha rua tá pegando fogo. Parece que explodiu uma tubulação de gás e algumas fórmicas da fachada principal caíram com a explosão. Tá o maior auê na rua. Tem bombeiro, polícia, ambulância, Defesa Civil, imprensa. Já puseram cordão de isolamento... Amanhã sai tudo no RJTV, junto com as mortes diárias da cidade. E ainda me vem a PORRA do secretário de segurança dizer que o Rio não é periogoso.Mermão, vai-te a merda!
Enfim, adoro desgraça alheia. Nunca tem isso por essas bandas. Só na televisão.
***
Morrendo de saudades do meu magrelo. Preciso apertá-lo e sentir que o magrelo continua sendo meu. Apertá-lo em todos os sentidos.
Ou será que depois que ABATERAM um helicóptero da PM na minha cidade (futura sede de Olimpíada! Parabéns, Rio! Conseguiu mais uma vez ser a maior vergonha mundial), meu senso de espanto com os traficantes não existe mais?
Explica, Freud. Siegmund agora vai se revirar no caixão.
Cada vez mais me choco com a facilidade das pessoas de querer aparecer cada vez mais e mais. Sair do habitat natural pra pendurar uma melancia no pescoço (no pescoço não, no grelo que assim consegue aparecer mais do que qualquer um, né?) e dizer que UAU, minha vida é isso aí. Rock n' Roll que é o que eu quero pra vida.
Pelamordedeus. Os anos 70 já ficaram lá atrás e a vida evoluiu.
Até os junkies da época se reintegraram e hoje tem filhos, netos e se aquietaram (não todos e nem totalmente, mas isso é exceção) mesmo fazendo seus rocks altamente considerados hoje em dia.
Na minha viagem ao Sul do Brasil, pude presenciar em Porto Alegre, na feirinha que rola todo domingo no parque da Redenção (aliás, uma delícia de passeio) artesanato que de fato eu chamo de ARTESANATO. Não aquelas porcariazinhas feitas de papelão, garrafa PET e massa de modelar.
Esse artesanato ESPETACULAR, é nada mais que imagens famosas da história do rock, refeitas em MDF por um artista que cobra uma pequena fortuna por elas. Feitas a mão, em todas as cores e formatos possíveis, passíveis de encomenda, saem em torno de R$350 a R$1000, no mínimo.Nem tão caro considerando o trampo maravilhoso que o cara faz.
Ele faz tudo a mão. Recorta a madeira, lixa, pinta, passa verniz e refaz tudo se não estiver satisfeito com resultado. É um trabalho de mestre porém uma obra de arte.
Fora esses da foto, o cara tinha outros que já tinham sido vendidos.
Ah, e tudo em 3 dimensões.
O cara saca mesmo de rock já que o mural dos Stones é de uma foto da época do Brian Jones. Ou seja, coisa antiga. Além do pòster do Bukowski, Velho Safado e do ancião, Bob Dylan.
O dos Beatles merece prêmio pela genialidade.
Um luxo pros amantes do Rock e da história pop do século XX.
Algo muito mais histórico e importante para a evolução da música.
É Simplesmente o banheiro do templo do punk em NYC e de todo o planeta Terra nos idos dos anos 70: CBGB & OMFUG "Country, Bluegrass, and Blues and Other Music For Uplifting Gormandizers"
Me lembra até a capa do Beggars Banquet dos Stones de 1968. Se tem ligação direta, o que é bem provável, aí eu não sei.
CAPA DO BEGGARS BANQUET (ORIGINAL)
DOS ROLLING STONES DE 1968:
Com certeza algum ligação direta tem aí.
Os junkies que me desculpem, mas são exímios entededores de mensagens subliminares como essas!
Tentando baixar o novo do Tarantino numa qualidade no mínimo razoável. Não aquelas porcarias filmadas diretamente do cinema. Pelamor, né?
***
10º dia de espera e a PORRA da Ticketmaster ainda não confirmou meus ingressos. Tô perdendo a paciência. Esses são bastardos mesmo.
***
Ouvindo todas minhas mp3 do Kinks. Nunca tinha parado pra ouvir tudo que tenho deles. Fora da ordem cronológica que fica mais emocionante. Aliás, eu não sei que músicas estão em que álbuns e nem quando a banda terminou, só conheço o primeiro mesmo. De qualquer forma, apesar de conterrâneos e contemporâneos, eu prefiro eles muito mais do que os Beatles. Mas no final dos 70 e início dos 80, se tornaram uma bosta como qualquer outra banda/artista/dupla que sobreviveu ao início caóticamente sonoro dos 80s.
Nada contra o Fab Four, amo muitas músicas deles. Eu somente prefiro os irmãos Davies & Cia.
Aliás, falando nos meninos de Liverpool; quarenta anos do Abbey Road. Quem diria que 2/4 da banda estaria viva ainda para presenciar essa data festiva. Provavelmente fez-se foi muita festa na terra dos líderes da Invasão Britânica.
MERMÃO! O irmão Davies que escreveu Lola, é o cara com a melhor sacada do milênio. Que outra música, nesse mundão de meu Deus, fala de um TRAVECO??
Sexo, drogas e Rock n' Roll são temas mais do que batidos nesse planeta Terra rockeiro caindo pra suas vertentes de lesbianismo, álcool, blues e afins.
Agora, me diz outra canção que fala de um travesti? Realmente, tem que manjar um mínimo de inglês pra entender as frases que não são lá muito difíceis. Porém, ao longo da música, sinais não muito sutis são dados e é disso que faz de Lola umas das melhores letras da história da música, pra mim.
"Well Im not the worlds most masculine man/ but I know what I am/ and I'm glad I'm a man/ and so is Lola/ Lo-lo-lo-lo lola lo-lo-lo-lo lola"
Só uns 2 anos depois de conhecer a música, quando eu resolvi parar pra ler com calma que eu entendi, finalmente, o que o tal irmão Davies quis dizer com isso.
Esgotaram-se os ingressos pro maior espetáculo de 2009. Agora a produção do evento depende dos patrocinadores e da própria banda pra conseguir, por meio da conversa, mais pedacinhos de papel altamente concorridos das cotas as quais essa galera tem direito. Tem que ficar com o dedão no F5 por horas.
Finalmente, depois de horas com o dedão no F5, eu consegui meu(s) ingresso(s). Já tá pago, mas ainda não recebi meu email de confirmação. Esse fato ainda me deixa tensa, mas pelo andar da carruagem eu consegui de verdade.
Agora só esperar.
Vou morrer pagando esse ingresso, mas pelo menos eu morrerei feliz.
Na boa, não tô conseguindo encontrar o ingresso que eu quero. Isso tá um sacrifício! Pô, eu já me propus a pagar pelo mais caro e mesmo assim nada de facilidade pra comprar. O site da Ticketmaster continua uma bagunça e os pontos de venda físicos ainda tem alguma coisa a venda. Acontece, que eu não posso largar meu trabalho as 15:20 da tarde, no Centro do Rio de Janeiro, em plena semana que antecede o dia das crianças pra ir tentar comprar dois ingressos em Botafogo ou Copacabana.
Ainda tenho esperanças que a T4F irá marcar outra data.
Enquanto isso, eu não trabalho tamanha ansiedade e meu indicador direito se encontra permanentemente apertando o F5 sem parar. Desejem-me sorte.
Uau! Quem diria que minha revolta com o Ticketmaster, escrita nesse blog, geraria tantos comentários da noite pro dia. Sim! Agora o site voltou e sem NENHUM ingresso a venda. Achei que fosse conseguir de manhã bem cedo e nada. Ledo engano. Pelo que parece, depois de tantas horas com o site extremamente carregado, pesado e sem sequer aparecer nada na página, o endereço voltou ao ar, com todos os ingressos vendidos. Tem uma foto na página do G1 mostrando o tamanho da fila la no Morumbi. Pelo jeito tá esgotando mais rápido do que eu imaginava.
E agora, José?
Mais um show dos australianos será marcado? Esperamos que sim.
Estou desde o segundo que acordei esperando pra dar meia-noite do dia 30/09 pra poder comprar meu ingresso pro show do AC/DC. E aí dá o horário esperado e contece o que? O site do Ticketmaster sai do ar. Vou é dormir que é o melhor que eu faço. Espero que até amanhã de manhã tudo esteja resolvido e eu com os bilhetes comprados.
Fui olhar o histórico desse blog e me dei conta que ele já existe há quase 1 ano. É tempo, considerando a frequência com que escrevo. Teve mês com 17 posts e outros com somente 1. É. Estou evoluindo. Percebi que eu realmente gosto de escrever ao mesmo tempo que sinto raiva quando não consigo passar pra cá. Por falta de vocabulário talvez, coisas, sentimentos e fatos ficam simplesmente voando por aí, enquanto eu gostaria imensamente de ter registrado essas histórias por aqui. Minha idéia original era escrever sobre música em geral. Rock, quero dizer. Comecei esse blog num post falando sobre o álbum "novo" do Guns n' Roses; dediquei alguns míseros espaços a outros comentários pífios; e coloquei até uma quantidade razoável de vídeos. No fim, acabou que virou uma página sobre mim. Não me apetece muito contar detalhadamente o que rola na minha vida, num site - até por que, quem lê isso, né? - mas me sinto bem falando dela de modo geral, como que contando causos pra uma platéia de ouvintes animados nas minhas histórias até bem fraquinhas.
Um adendo: Acabei de perceber que eu falo mais da minha vontade de escrever aqui do que falo de coisas aleatórias. Tá na hora de mudar isso, dona Richa.
Enfim.
Meia-noite começa a venda de ingressos do AC/DC. Tô tensa. Quero minha cadeira especial laranja JÁ!
Esse negócio de aparecer data de show em site oficial de banda e depois sumir tá me cheirando a enrolação. Foi divulgado que os preços dos ingressos sairiam até dia 21/09 na página oficial do show no Brasil, ai mudaram pro dia 24/09, hoje. Eu tô desde as 10am entrando e saindo desse bendito endereço pra ver se acho alguma coisa e até agora nada. Depois que mudaram o dia da divulgação dos valores, a informação do show em SP sumiu da página da banda. É. Tô esperando um sinal divino, alguma notícia animadora, tipo um ingresso de graça ou um show aqui no RJ pra não ter que despencar lá pra SPQP. Eu só quero é garantir meu m² nesse show, gente!
Wake up maggie I think I got something to say to you Its late september and I really should be back at school I know I keep you amused but I feel Im being used Oh maggie I couldnt have tried any more You lured me away from home just to save you from being alone You stole my heart and thats what really hurt
The morning sun when its in your face really shows your age But that dont worry me none in my eyes youre everything I laughed at all of your jokes my love you didnt need to coax Oh, maggie I couldnt have tried any more You lured me away from home, just to save you from being alone You stole my soul and thats a pain I can do without
All I needed was a friend to lend a guiding hand But you turned into a lover and Mother what a lover, you wore me out All you did was wreck my bed And in the morning kick me in the head Oh maggie I couldnt have tried anymore You lured me away from home cause you didnt want to be alone You stole my heart I couldnt leave you if I tried
I suppose I could collect my books and get on back to school Or steal my daddys cue and make a living out of playing pool Or find myself a rock and roll band that needs a helpin hand Oh maggie I wish Id never seen your face You made a first-class fool out of me But Im as blind as a fool can be You stole my heart but I love you anyway
Maggie I wish Id never seen your face Ill get on back home one of these days
Estou um trapo. Só o trabalho mesmo ocupa a cabeça da gente. Como dizia meu avô, depois meu pai e agora eu: cabeça vazia, oficina do diabo.
domingo, setembro 20, 2009
O vídeo é cafonérrimo mas a música é linda. Linda.
Em tempos de Bienal do Livro, gostaria eu de ter um lançamento em tal evento. Não que meu sonho "desde pequenininha " sempre fora ser escritora. Não, claro que não, pelo contrário. Eu sequer tinha saco pra escrever um parágrafo de redação sobre qualquer assunto. Até os que me interessavam. Obviamente, porém, a gente cresce e a coisa toma outra imagem. Eu gosto de escrever, não gosto de inventar. Gosto de contar causos, colocar pensamentos no papel ou na tela do computador tanto faz, fazer críticas construtivas ou não, comentários, sugestões, também úteis ou não a quem se dá o trabalho de descodificar o que digo entre letras. (Que coisa mais Pedro Bial em eliminação de BBB, eca!) Descobri também que quando eu começo a escrever não posso parar até terminar, senão a inspiração some e o texto fica sem fim. Quantas vezes vim até aqui, comecei, salvei como rascunho e quando voltei pra continuar, o maldito empacava que nem jumento do sertão e não tinha inspiração nem expiração que ajudasse a fazer nascer o maldito conto ou a crônica ou a resenha, sei lá. Mas em tempos de Bienal do Livro...Posso não escrever livros de 200, 300, 400 páginas - Na verdade, posso não escrever nem meia página de nada interessante pra ser lançado num evento desse porte. Em compensação eu posso ler e isso eu sei que faço muito bem. Enfim. Gostaria de pelo menos uma vez na vida lançar, nem que fosse uma tiragem de 50 exemplares, uma quantidade simbólica pra dar pra família e amigos pelo menos, um livro. Se é que se pode chamar de LIVRO. Se é que o dito cujo teria sustância suficiente pra ser denominado de tal forma, né. Algo como umas 80, 100, 120 páginas de crônicas. Crônicas de assuntos diversos. Sobre música, sobre a janela quebrada que era a boca do Bon Scott, ex-vocalista do AC/DC, ou sobre o funcionamento divino do Activia no organismo feminino. Um talvez falando das maravilhas que um mousse de chocolate faz comigo quando eu to de TPM. Ou posso abordar assuntos sérios também. Não sei o que pra falar a verdade, mas pensarei a respeito. Ah! A compra dos caças franceses (PARA QUÊ, CARA-PÁLIDA???), enquanto o outro imbecíl quer voltar com a maldita CPMF, e muitos outros assuntos interessantíssimos que só passam pela cabeça de Bianca Macedo Richa. Em breve, numa Bienal do Livro perto de você.
Há! Pegadinha do Malandroo!!
(Acabou a inspiração do nada) Não zoa. É sério! :*
Você, meu amigo homem, hetero, que ostenta um pinto, pênis, piroca, caralho ou o que quer que seja entre as pernas, faça-se um favor: pegue um espelho de mão e vá para o espelho do banheiro. Olhe o redemoinho que se forma no alto da sua cabeça. É ele no sentido horário ou anti-horário? Se for no sentido anti-horário e você estiver a algum tempo achando aquele seu amigo cabeludo e sempre suado, atraente o suficiente pode ter certeza que agora você está prestes a queimar a rosca. Não entendeu? Claro que não. Clique na imagem se quiser ler a reportagem e entender a fundo (com trocadilho, por favor) o que eu digo.
Por outro lado, se você, meu amigo que ama muito as mulheres (que acha que ama um buraco e não um pedaço de pau), não quiser ler a matéria, eu resumo pra você:
Um cientista descobriu a relação direta entre redemoinhos nos cabelos de homens e a viadagem. Se a sua espiral for pra direita você pode bater no peito e gritar pro mundo que é hetero, e se for pra esquerda, pode ir se acostumando com a idéia de ter um homem te abraçando por trás porque é sim, uma delícia!!
Pra quem não trabalhava e tentou 3 faculdades em vão - a terceira eu bem que gostaria de ter continuado porque eu realmente AMO área de saúde - após 1 ano e 2 meses sou praticamente proprietária de empresa e vivo com a cabeça atordoada de problemas de funcionários que faltam sem explicação e relacionados a impostos que serão, obviamente, desviados de seus rumos originais e colocados nos bolsos de políticos de maneiras ilícitas. Por essas e outras que eu preciso de férias. A gente cresce e as férias escolarem parecem sonhos que não acontecerão nunca mais. A gente reclamava que 1 mês e meio era pouco. Vai trabalhar mais de 1 ano, 6 dias por semana, emendando feriados, inclusive o de Natal e Ano Novo, de 6 a 9 horas por dia e no fim, ter somente que poder tirar 15 dias de férias tendo que calcular exatamente quando poder folgar pra poder dar tempo de voltar pra preparar a folha de pagamento. É, meu pai é guerreiro. Agora eu entendo o velho. Por outro lado, ser filha do dono tem lá suas regalias. Posso faltar se quiser, posso chegar atrasada sem dar satisfação a ninguém, posso sair pra almoçar sem precisar correr pra bater o ponto de volta do meu horário. Se eu resolver não ir trabalhar num sábado porque eu quero ir pra praia (ahn? Bianca na praia??), e meu pai estiver de acordo, posso fazer isso. Enfim. Mas finalmente meu cansaço será recuperado. Dia 16 eu saio pra descansar e volto a ser gente que só come e dorme por uns dias.
Austrália não sabia fazer clipe nos anos 70, não. Vide essa pérola áudiovisual da época.
Bon Scott liiindo! Ahan, tá.
quarta-feira, agosto 05, 2009
Me dei uma Nikon D40 de aniversário. O dito cujo é só dia 15/08 mas me empolguei com o preço da bicha e já tava querendo uma há muito tempo. Não entendo absolutamente NADA de fotografia e não sei nem se o que paguei na câmera valeu a pena, mas é uma Nikon. Eu mereço. Beijos.
O trailer abaixo é de um filme sueco, que saiu do livro, também sueco de 2002, que leva o nome do post. Na verdade é uma trilogia chamada Millenium, mas por enquanto apenas os dois primeiros volumes sairam no Brasil. O autor, Stieg Larsson, um jornalista econômico da Escandinávia, morreu em 2007 de ataque cardíado antes de ver sua obra virar um fenômeno de vendas. Estou terminando esse primeiro, e, posso afirmar com toda convicção do mundo que é um dos melhores livros que já li em toda a vida.
A história é a seguinte: Mikael Blomqvist é um jornalista investigativo econômico que é sentenciado a 3 meses de prisão. Lisbeth Salander uma hacker que trabalha na maior empresa de segurança do país e é mantida sob tutela do governo. Nesse meio tempo, antes de cumprir a pena, Mikael é contratado por um idoso, porém gigante ex-industrial da Suécia para investigar o desaparecimento de sua sobrinha Harriet Vanger há quase 40 anos. Enquanto isso, Lisbeth tenta se desvencilhar de seu novo tutor, um sádico louco. Mikael aceita a proposta sem muita esperança pois, por todos esses anos, Henrik Vanger investigou com a polícia e depois sozinho o sumiço da jovem em vão e como estava com a carreira em decadência, seria uma boa forma de manter sua mente sã e seu bolso cheio. É nesse ponto que a história se desenrola e, logicamente, Mikael desvenda muitas coisas ao longo desse ano que passa longe de Estocolmo e a certa altura da investigação ele chama Lisbeth Salander para ser sua assistente e ajudá-lo na procura.
Um livro imperdível. Esse negócio de Crepúsculo, Lua Nova e Amanhecer é para romanticos. Eu gosto é de sangue!
O filme por enquanto só saiu nos cinemas da Europa Escandinávia e não tem previsão de chegada ao Brasil. Não tem na net em torrent e nem legenda em inglês ainda tem. Aí fica dificil, né. Muito ansiosa pra ver.
A revista Rolling Stone americana fez uma seleção muito bacana de fotos de artistas em comparação com imagens de outros rockstars em poses muito parecidas e o resultado é bem interessante. Abaixo, alguns dos que eu mais gostei. Destaque pra foto do Iggy Pop e do Antony Kiedis.
John Bonham do Led Zeppelin e Dave Grohl
Carlos Santana e Kirk Hammettdo Metallica
Mick Jagger e Howlin' Pelle Almqvist do The Hives
Little Richard e Prince
Caleb Followill do Kings of Leon e David Gilmour do Pink Floyd
Cedric Bixler-Zavala do Mars Volta e Marc Bolan do T.Rex
Iggy Pop e Antony Kiedis do Red Hot Chilli Peppers
Segundo o Whiplash, já estão a venda, ingressos para o show do Hardcore Superstar dia 21 de novembro no Manifesto Bar, em São Paulo, em comemoração de 15 anos da casa. Pista R$80 e camarote R$160. Valores de inteira.
sábado, julho 18, 2009
Essa vida de trabalhador brasileiro tá me cansando demais. Esse negócio de cobrir férias dos outros é igual a correr maratona sem ter preparo físico. Esse negócio de trabalhar num sábado de sol é sacanagem comigo.
É muito mania de brasileiro mesmo. Mania de pobreza. Me lembrou os meus funcionários:
Zeca Baleiro - Vai de Madureira Se não tem água Perrier eu não vou me aperrear Se tiver o que comer não precisa caviar Se faltar molho rose no dendê vou me acabar Se não tem Moet Chandon, cachaça vai apanhar
Esquece Ilhas Caiman deposita em Paquetá Se não posso um Cordon Bleu, cabidela e vatapá Quem não tem Las Vegas, vai no bingo de Irajá Quem não tem Beverly Hills, mora no BNH
Quem não pode, quem não pode Nova York vai de Madureira
Se não tem Empório Armani Não importa vou na Creuza costureira do oitavo andar Se não rola aquele almoço no Fasano Vou na vila, vou comer a feijoada da Zilá
Só ponho Reebok no meu samba Quando a sola do meu Bamba chegar ao fim
Descubro essas coisas trabalhando no SAARA. Onde mais?