Cadê aquela Bianca que costumava sair todos as sextas e sábados possíveis e que começava a montação as 17hs, 18hs da tarde??
Cadê aquela Bianca que se arrumava toda, que, com toda a paciência do mundo trocava de blusa 5x, de calça, 3x, de saia, 4x, e durante a noite mantinha o sapato de salto maltratando seus pés?
Cadê aquela Bianca que, quando enchia o saco de sentir os pés doendo, tirava os sapatos e ficava descalça na boate, sem nem ligar aonde pisava?
Cadê aquela Bianca que bebia 2, 3 latas de cerveja e já tinha a visão turva?
Cadê aquela Bianca que bêbada de 2, 3 latas de cerveja já ficava alucinada procurando um "queijo" pra dançar sem se importar com nada?
Cadê aquela Bianca que tinha um celular mais pra receber do que pra ligar?
Cadê aquela Bianca que procurava os amigos?
Cadê aquela Bianca que tentava sempre aproveitar as noites de bebedeira de qualquer jeito?
Pois é.
Sumiu.
Como diz sua mãe, virou uma jovem-menina-velha, que hoje trabalha de 8 a 10 horas por dia, tem um namorado que ama demais mas que mora em outra cidade, e por fim, quer montar logo sua família.
Em resumo, larguei essa vida de "esgotolândia" (como diz um grande amigo) do Rio de Janeiro.
Já tenho resposabilidade demais e todo dia minha cama me espera pra uma bela noite de sono.
Amém.
****
Graças a Deus amanhã é véspera de feriado e vou pra terrinha do meu amado curtir uma farra. Lá sim, a farra ainda continua e muito melhor.
Best of: Lá faz frio!
:)
quarta-feira, abril 29, 2009
domingo, março 15, 2009
Férias de mim mesma.
Sumi, desapareci, tirei férias e minhas dores de cabeça passaram. Nem saco mais pra postar aqui eu tinha, mas agora eu voltei.
Sinto que tenho mais vontade de escrever depois que ingiro substâncias químicas que contém uma tarja preta na embalagem. Nice!
Bom, meu carnaval foi fantástico, me escondi numa cidade que não tem nada e a casa que alugamos fica no meio da BR então, nada mais bucólico do que ouvir galos cantando as 5 da manhã e Slayer as 10am.
Qutro dias excepcionais na companhia de gente doida e beberrona por natureza e do meu amado e querido namorado/marido.
Ai depois passei o resto da semana com ele, em Juiz de Fora, só aproveitando a vidinha mansa de fim de carnaval.
Salgueiro ganhou! Yeah! Merecido! Até o Carlinhos Brown mega-ultra-master-cheirado parecendo um gorila descontrolado valeu a pena. Coitado, sempre se mete em furada. Dessa vez só faltaram as garrafadas.
Com mais de 300 litros de cerveja pra 5 dias e 9 pessoas, acho que dá muito bem pra imaginar o nível da galera depois de 10 horas bebendo e caindo pelados no mangue (vulgo, piscina).
Enfim, hoje é sábado. Nâo saí, sou uma "jovem-menina-velha" como diz minha mãe. Meu amado se enfurnou em Ubá (interior de MG) pra tocar com a banda (fodarassa, aliás) e eu tô simplesmente morrendo de saudades. Como fazer pra o tempo passar mais rápido? =~
Ah, e acordei cedo. Dá não, trabalho com números, gente, funcionários e muitas e muitas contas. Chega no final do dia tô podre.
Anyway, perdi o show do Iron Maiden. Não sei se por falta de vontade, de companhia ou de dinheiro. Mas todo ano aviso que vou e nunca saio do lugar.
Do Radiohead eu tô seriamente pensando em ficar vendo pela TV. Mas porra, ver os caras tocando "There, There" ao vivo, na sua frente, é outro esquema.
Agora, o show do KISS...Tenho nem palavras! Tô que nem pinto no lixo esperando as falsas-drag-queens arrebatarem na performance.
Quero mais rock n roll no RJ esse ano, será que rola?
Bejosmeligacomrivotril. :*
Sinto que tenho mais vontade de escrever depois que ingiro substâncias químicas que contém uma tarja preta na embalagem. Nice!
Bom, meu carnaval foi fantástico, me escondi numa cidade que não tem nada e a casa que alugamos fica no meio da BR então, nada mais bucólico do que ouvir galos cantando as 5 da manhã e Slayer as 10am.
Qutro dias excepcionais na companhia de gente doida e beberrona por natureza e do meu amado e querido namorado/marido.
Ai depois passei o resto da semana com ele, em Juiz de Fora, só aproveitando a vidinha mansa de fim de carnaval.
Salgueiro ganhou! Yeah! Merecido! Até o Carlinhos Brown mega-ultra-master-cheirado parecendo um gorila descontrolado valeu a pena. Coitado, sempre se mete em furada. Dessa vez só faltaram as garrafadas.
Com mais de 300 litros de cerveja pra 5 dias e 9 pessoas, acho que dá muito bem pra imaginar o nível da galera depois de 10 horas bebendo e caindo pelados no mangue (vulgo, piscina).
Enfim, hoje é sábado. Nâo saí, sou uma "jovem-menina-velha" como diz minha mãe. Meu amado se enfurnou em Ubá (interior de MG) pra tocar com a banda (fodarassa, aliás) e eu tô simplesmente morrendo de saudades. Como fazer pra o tempo passar mais rápido? =~
Ah, e acordei cedo. Dá não, trabalho com números, gente, funcionários e muitas e muitas contas. Chega no final do dia tô podre.
Anyway, perdi o show do Iron Maiden. Não sei se por falta de vontade, de companhia ou de dinheiro. Mas todo ano aviso que vou e nunca saio do lugar.
Do Radiohead eu tô seriamente pensando em ficar vendo pela TV. Mas porra, ver os caras tocando "There, There" ao vivo, na sua frente, é outro esquema.
Agora, o show do KISS...Tenho nem palavras! Tô que nem pinto no lixo esperando as falsas-drag-queens arrebatarem na performance.
Quero mais rock n roll no RJ esse ano, será que rola?
Bejosmeligacomrivotril. :*
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
Coronel Pacheco.
O Brasil é maior do que o que a gente vê na televisão. MUITO maior.
Enquanto nos meus pensamentos mais longínquos eu imagino que todos os municípios do nosso gigante continental tem prédios e ruas asfaltadas, eu caio na real porque sei que não é bem assim que a banda toca.
Meu carnaval será na cidade que o nome leva o título do post, cuja possui apenas a população que mora no meu bairro: 3 mil pessoas.
No interior do melhor estado brasileiro, Minas Gerais, um sítio no "quilombo" será meu reduto da folia com mais 9 fugitivos (seremos mesmo?) da maior festa do país.
Reduto com 5 litros de cerveja por dia, vodka, pinga, churrasco, piscina, sinuca, campo de futebol e meu amado namorado e tudo isso no meio do nada!
Acho que não vou querer voltar.
Enquanto nos meus pensamentos mais longínquos eu imagino que todos os municípios do nosso gigante continental tem prédios e ruas asfaltadas, eu caio na real porque sei que não é bem assim que a banda toca.
Meu carnaval será na cidade que o nome leva o título do post, cuja possui apenas a população que mora no meu bairro: 3 mil pessoas.
No interior do melhor estado brasileiro, Minas Gerais, um sítio no "quilombo" será meu reduto da folia com mais 9 fugitivos (seremos mesmo?) da maior festa do país.
Reduto com 5 litros de cerveja por dia, vodka, pinga, churrasco, piscina, sinuca, campo de futebol e meu amado namorado e tudo isso no meio do nada!
Acho que não vou querer voltar.
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
terça-feira, fevereiro 10, 2009
domingo, fevereiro 08, 2009
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
terça-feira, janeiro 27, 2009
A cabeça das pessoas.
Link do site de um fotógrafo do leste europeu que fez uma sessão em hospitais psiquiátricos da Sérvia e de Kosovo.
É bonito, porém MUITO chocante.
http://www.georgegeorgiou.net/gallery.php?ProjectID=159
Na maioria homens, e nota-se algumas mulheres. Tem também crianças e pessoas que nasceram com deformidades genéticas, como dá pra reparar em algumas fotos em que meninos possuem um certo tipo de seios.
É pesado, mas faz a gente pensar.
É bonito, porém MUITO chocante.
http://www.georgegeorgiou.net/gallery.php?ProjectID=159
Na maioria homens, e nota-se algumas mulheres. Tem também crianças e pessoas que nasceram com deformidades genéticas, como dá pra reparar em algumas fotos em que meninos possuem um certo tipo de seios.
É pesado, mas faz a gente pensar.
sábado, janeiro 24, 2009
Fire! [2]
Hoje eu e meu pai iríamos pro trabalho com 2 carros. Enfim, ele foi na frente e logo ligou pra casa avisando que nem adiantava eu sair porque a loja foi fechada. O prédio que pegou fogo ontem ameaça explodir, e um bueiro, na outra esquina da nossa rua, muito mais perto da nossa loja, explodiu e tava pegando fogo. Ou seja, a rua da minha loja está interditada e a fumaça continua alta.
Somos árabes, porra, isso é perder dinheiro!
Somos árabes, porra, isso é perder dinheiro!
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Fire!
Neste exato momento, uma loja de plásticos, borrachas e materiais derivados de látex "lambe" há cerca de 70m daqui da loja. A fumaça preta que sai é fedorenta e uma coisa horrorosa. Parece fumaça de carvão.
A loja só vende produtos sintéticos, consequentemente, altamente inflamáveis e o estoque é imenso. Segundo as bocas, o incêndio começou no depósito.
O problema é que os prédios do Centro do Rio, inclusive a minha loja, são contruções com cerca de 100, 120 anos e as instalações elétricas são tão velhas quanto. Tanto que vira e mexe, aparece no RJTV um incêndio em alguma construção dessa área.
Já os bombeiros são inúteis. O quartel mais próximo fica a cerca de 300m e conseguiram demorar mais de 40 minutos pra chegar. A quantidade de água que sai da mangueira é ínfima pra fumaceira que tá saindo.
Tô com uma pena do cara. No SAARA todo mundo se ajuda e com certeza os árabes, judeus, coreanos e chineses vão dar uma mão pro Seu Borracha.
Agora, aqui também não se fica no tédio. Todo dia tem distração.
Em breve o concurso GAROTA DA LAJE 2009.
Aguardem.
quinta-feira, janeiro 22, 2009
Como uma típica sendetária hipocondríaca que vê a cura de todos os males do mundo nos santificados tarja-preta, quem vos escreve se encontra sob efeito do querido, amado, temido e polêmico bromazepan.
Relaxa, faz dormir que nem um bebê e melhor de tudo, tira a fome.
Em tempos de corpos magros e 0% de gordura (a desgraça do Fashion Rio e do SPFW tão aí, minha gente), os faixas-pretas das farmácias estão com tudo. TUDO.
Relaxa, faz dormir que nem um bebê e melhor de tudo, tira a fome.
Em tempos de corpos magros e 0% de gordura (a desgraça do Fashion Rio e do SPFW tão aí, minha gente), os faixas-pretas das farmácias estão com tudo. TUDO.
Vi a notícia mais irônica dos últimos tempos, essa aqui (no EGO, claro).
Quem diria, Amy Winehouse...Salva!
E nunca achei que esse blog duraria tanto!
É bom escrever. Não sei pra quem, mas é bom.
quarta-feira, janeiro 21, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
A salvação do Rock já existe há 30 anos.
Com 18 anos eu caí na real e descobri o verdadeiro rock n' roll. Sempre tive uma queda, pra não dizer um "barranco", pelo gênero desde que me entendo por gente.
Nos vídeos caseiros aqui de casa, o que não falta é eu e minhas irmãs, pingos de gente com 2, 3, 4 anos cantando em idioma infantil hinos do Ultraje a Rigor e Paralamas, hits dos anos 80.
Já com uns 8, 9 anos de idade, nos idos de 1994 e 1995, quando Oasis e Radiohead lançavam alguns de seus grandes álbuns, contendo suas grande pérolas da época como Creep e Wonderwall, que a pequena Bianquinha se vira gostando de algo que nunca sofrera influência de seus pais nem de seus familiares, o rock.
Tá, era BritRock? Era! Já sabia da existência de Beatles, Rolling Stones e Sex Pistols, mas eu não herdei nenhum vinil e meus pais nunca foram grandes fãs de música não-popular. A TV a cabo ainda estava engatinhando e a MTV estava em seus primórdios anos e, inclusive não tinha o poder que possui hoje. Eu tinha menos de 10 anos de vida e o que me restava eram as rádios.
Aos 12, descobri o New Metal com Korn, Limp Bizkit e Incubus, apesar de fugir um pouco do tipo. A lealdade pelo BritRock continuava com o Hurban Hymns do Verve, e os sempre presentes Oasis e Radiohead. Um pouco mais tarde, flertei com o Heavy Metal no colégio. Meus grandes amigos de turma eram fãs inveterados de Iron Maiden e Metallica, e seus derivados Metais Melódicos que eu nunca aceitei como "som". Além disso, havia descoberto a MTV e seus TOP 10-qualquer-coisa com seus Garbage, Red Hot Chilli Peppers, Silverchair e já apresentava uma tendência ao Hard Rock com a descoberta com vontade do Guns n' Roses.
Aos 14, veio o Rock in Rio e me senti uma adolescente completamente em casa vendo meus quase-ou-futuros ídolos há poucos metros do meu campo de visão.
Chegando ali perto dos 16, minha fase depressiva me fez gostar de indie. Era fã de Pavement e Stephen Malkmus solo, Cat Power e Beck. Nesse período eu era uma devoradora de novos sons e navegava pelo AudioGalaxy atrás de mais e mais conhecimentos alternativos.
Aos 17, veio o gosto pelos americanos do Spoon (banda que sou fã até hoje), Graham Coxon (guitarrista do Blur em trabalho solo), Death Cab for Cutie, Wilco, The Postal Service e essas coisas que "alternativo" carioca passou a gostar e venerar algum tempo depois.
Aos 18, ou por aí, decaí para a maior mentira da música: o New Rock. É, acabei cedendo. Era hype, tocava nos lugares onde eu ia (Bunker, Fosfobox e Casa da Matriz), era divertido, bom de dançar. Maxïmo Park e Franz Ferdinand meus preferidos. Porém, confesso, acho o FF uma boa banda. Precursora do gênero e um dos melhores shows da minha vida. Para por aí também.
Depois disso veio o Hard Rock. O sueco primeiro depois os outros. Hellacopters e Backyard Babies na linha de frente e depois vieram os americanos oitentistas.
Em paralelo eu descobria de vez e me encantava com os clássicos. Led Zeppelin, Beatles, Kiss, Kinks. Nunca fui grande fã dos Rolling Stones, admito.
Essas bandas eu parei pra ouvir com calma, ao passo que começava a conhecer o Punk 77 na raíz.
No Brasil, eu acredito no Forgotten Boys e ja pus fé no Cachorro Grande com os dois primeiros álbuns. Titãs vai ser pra sempre um clássico do país e que merece respeito. O Ultraje a Rigor eu confesso que preciso parar pra relembrar da minha infância mas sei que eram uma das maiores e melhores dos anos 80.
Enfim, hoje em dia sou mais voltada pro Rock n' Roll mais puro e clássico, sem muito gueri-gueri.
Mas tem uma banda que é a paixão da minha vida. Nasci muito depois da fundação e da morte do primeiro vocalista. A banda não é americana nem inglesa. Criou músicas mais famosas que eles próprios e que o mundo inteiro conhece e o último álbum foi considerado um dos melhores de 2008 com o maior faturamento.
A primeira faixa do novo disco já nasceu hino, como diz meu namorado, e o resto do CD é tão absurdamente bom quanto.
Assumo. Admito. Confesso. Os mais famosos australianos da música me venceram.
Quer virar meu amigo? Só pronunciar AC/DC.
Nos vídeos caseiros aqui de casa, o que não falta é eu e minhas irmãs, pingos de gente com 2, 3, 4 anos cantando em idioma infantil hinos do Ultraje a Rigor e Paralamas, hits dos anos 80.
Já com uns 8, 9 anos de idade, nos idos de 1994 e 1995, quando Oasis e Radiohead lançavam alguns de seus grandes álbuns, contendo suas grande pérolas da época como Creep e Wonderwall, que a pequena Bianquinha se vira gostando de algo que nunca sofrera influência de seus pais nem de seus familiares, o rock.
Tá, era BritRock? Era! Já sabia da existência de Beatles, Rolling Stones e Sex Pistols, mas eu não herdei nenhum vinil e meus pais nunca foram grandes fãs de música não-popular. A TV a cabo ainda estava engatinhando e a MTV estava em seus primórdios anos e, inclusive não tinha o poder que possui hoje. Eu tinha menos de 10 anos de vida e o que me restava eram as rádios.
Aos 12, descobri o New Metal com Korn, Limp Bizkit e Incubus, apesar de fugir um pouco do tipo. A lealdade pelo BritRock continuava com o Hurban Hymns do Verve, e os sempre presentes Oasis e Radiohead. Um pouco mais tarde, flertei com o Heavy Metal no colégio. Meus grandes amigos de turma eram fãs inveterados de Iron Maiden e Metallica, e seus derivados Metais Melódicos que eu nunca aceitei como "som". Além disso, havia descoberto a MTV e seus TOP 10-qualquer-coisa com seus Garbage, Red Hot Chilli Peppers, Silverchair e já apresentava uma tendência ao Hard Rock com a descoberta com vontade do Guns n' Roses.
Aos 14, veio o Rock in Rio e me senti uma adolescente completamente em casa vendo meus quase-ou-futuros ídolos há poucos metros do meu campo de visão.
Chegando ali perto dos 16, minha fase depressiva me fez gostar de indie. Era fã de Pavement e Stephen Malkmus solo, Cat Power e Beck. Nesse período eu era uma devoradora de novos sons e navegava pelo AudioGalaxy atrás de mais e mais conhecimentos alternativos.
Aos 17, veio o gosto pelos americanos do Spoon (banda que sou fã até hoje), Graham Coxon (guitarrista do Blur em trabalho solo), Death Cab for Cutie, Wilco, The Postal Service e essas coisas que "alternativo" carioca passou a gostar e venerar algum tempo depois.
Aos 18, ou por aí, decaí para a maior mentira da música: o New Rock. É, acabei cedendo. Era hype, tocava nos lugares onde eu ia (Bunker, Fosfobox e Casa da Matriz), era divertido, bom de dançar. Maxïmo Park e Franz Ferdinand meus preferidos. Porém, confesso, acho o FF uma boa banda. Precursora do gênero e um dos melhores shows da minha vida. Para por aí também.
Depois disso veio o Hard Rock. O sueco primeiro depois os outros. Hellacopters e Backyard Babies na linha de frente e depois vieram os americanos oitentistas.
Em paralelo eu descobria de vez e me encantava com os clássicos. Led Zeppelin, Beatles, Kiss, Kinks. Nunca fui grande fã dos Rolling Stones, admito.
Essas bandas eu parei pra ouvir com calma, ao passo que começava a conhecer o Punk 77 na raíz.
No Brasil, eu acredito no Forgotten Boys e ja pus fé no Cachorro Grande com os dois primeiros álbuns. Titãs vai ser pra sempre um clássico do país e que merece respeito. O Ultraje a Rigor eu confesso que preciso parar pra relembrar da minha infância mas sei que eram uma das maiores e melhores dos anos 80.
Enfim, hoje em dia sou mais voltada pro Rock n' Roll mais puro e clássico, sem muito gueri-gueri.
Mas tem uma banda que é a paixão da minha vida. Nasci muito depois da fundação e da morte do primeiro vocalista. A banda não é americana nem inglesa. Criou músicas mais famosas que eles próprios e que o mundo inteiro conhece e o último álbum foi considerado um dos melhores de 2008 com o maior faturamento.
A primeira faixa do novo disco já nasceu hino, como diz meu namorado, e o resto do CD é tão absurdamente bom quanto.
Assumo. Admito. Confesso. Os mais famosos australianos da música me venceram.
Quer virar meu amigo? Só pronunciar AC/DC.
quinta-feira, janeiro 15, 2009
terça-feira, janeiro 13, 2009
Rod Stewart

Realmente, tenho que ceder e concordar.
Quem vê o Rod Stewart hoje acha ele um coroa figura com uma voz rouca muito doida e uma barriga bastante saliente.
Porém, já pararam pra ver ele nos anos 70 quando tocava no The Faces? (agradeço ao meu amado namorado por me apresentar a dita cuja, na qual inclusive Sir Ronnie Wood, vocês [vocês quem, cara-pálida? há algum leitor disto aqui?] sabem da onde, tocava com Sir Stewart. Muito boa banda, recomendo!).
Enfim, Mr. Rod Stewart era um pedaço de mal-caminho. Um corte de cabelo impecável, um nariz enorme (lindo!) e umas roupas muito estilosas.
Bem queria ter vivido naqueles tempos.
LH versus Radiohead.
Lendo no G1, acabei de descobrir que os "deuses salvadores do rock brasileiro" (não pra mim) voltarão a tocar juntos e logo aonde? Nos shows do Radiohead.
Eu sou bastante fã dos ingleses, não a ponto de montar barraca e ficar desde as 7 da manhã fritando no sol pra ver os caras. Não faz o meu tipo, mas curto bastante a banda desde que "Creep" tocava no rádio e eu tinha 8 anos de idade, apesar de já não acompanhar a carreira deles de perto faz tempo. Mesmo assim quero assisti-los pra tirar minhas próprias conclusões e chorar quando tocar No Surprises.
Mas cara, colocar o Radiohead pra dividir o palco com o Los Hermanos é muita sacanagem.
Que fique claro: eu não tenho o menor problema com o LH, gosto de algumas coisas mas não sou doente pela banda, longe disso. Só que eu acho que é uma combinação emo DEMAIS.
É muita gente doente por banda junto. A choradeira vai ser interminável e insuportável.
Fã de LH consegue ser mais chato que fã de Radiohead, cara.
Admito! Tenho implicância com o Los Hermanos pelo mar de fãs que eles levam em suas apresentações e o povo maldito que insiste em achar que é membro da banda. Eles tem grandes músicas e excelentes álbuns, mas o show dos cariocas não dá pra assistir. É nego achando que o MALA do Amarante é Deus, e que o camelo barbado (trocadalho do carilho) é Jesus Cristo. Isso é que peca.
Fica registrada minha indignação com a produção do Festival pela INCRÍVEL combinação de bandas.
Vanguart
Los Hermanos
Radiohead
Kraftwerk.
Quanto ao Vanguart e ao Kraftwerk não faz muita diferença pra mim.
Mesmo assim estarei lá, tomando minha cerveja, chorando em No Surprises e vendo a galera se matando pelos barbados.
Besos.
Eu sou bastante fã dos ingleses, não a ponto de montar barraca e ficar desde as 7 da manhã fritando no sol pra ver os caras. Não faz o meu tipo, mas curto bastante a banda desde que "Creep" tocava no rádio e eu tinha 8 anos de idade, apesar de já não acompanhar a carreira deles de perto faz tempo. Mesmo assim quero assisti-los pra tirar minhas próprias conclusões e chorar quando tocar No Surprises.
Mas cara, colocar o Radiohead pra dividir o palco com o Los Hermanos é muita sacanagem.
Que fique claro: eu não tenho o menor problema com o LH, gosto de algumas coisas mas não sou doente pela banda, longe disso. Só que eu acho que é uma combinação emo DEMAIS.
É muita gente doente por banda junto. A choradeira vai ser interminável e insuportável.
Fã de LH consegue ser mais chato que fã de Radiohead, cara.
Admito! Tenho implicância com o Los Hermanos pelo mar de fãs que eles levam em suas apresentações e o povo maldito que insiste em achar que é membro da banda. Eles tem grandes músicas e excelentes álbuns, mas o show dos cariocas não dá pra assistir. É nego achando que o MALA do Amarante é Deus, e que o camelo barbado (trocadalho do carilho) é Jesus Cristo. Isso é que peca.
Fica registrada minha indignação com a produção do Festival pela INCRÍVEL combinação de bandas.
Vanguart
Los Hermanos
Radiohead
Kraftwerk.
Quanto ao Vanguart e ao Kraftwerk não faz muita diferença pra mim.
Mesmo assim estarei lá, tomando minha cerveja, chorando em No Surprises e vendo a galera se matando pelos barbados.
Besos.
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